2016, um ano realmente novo

Em 04.01.2016   Arquivado em Cartinhas

Férias, verão, clima de virada, contagem regressiva, fogos e abraços. E que filme passa na cabeça! Às vezes sobre o ano que passou, mas os próximos dias são os que mais fazem parte do roteiro no mundo das ideias.

E eis que tudo se faz novo. Metas escritas em um papel e 366 dias para cumpri-las. Dias esses que são folhas em branco de um livro que a gente escreve. E mesmo grata por tudo o que escrevi em 2015 e nos anos anteriores, neste ano resolvi contar uma história diferente.

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Nos últimos três anos, trabalhei em um lugar que me proporcionou muito aprendizado, novas experiências e me fez escolher a comunicação em mídias digitais como área de atuação. Foi nesse ambiente incrível, que também tive a liberdade de usar meus conhecimentos adquiridos no curso de Design, e essa interdisciplinaridade me abriu a cabeça para as várias possibilidades que Design e Comunicação oferecem. Finalmente encontrei meu espaço no universo criativo.

Eis que com a minha pequena bagagem de conhecimento e vivências marcantes, resolvi iniciar um novo ciclo. Mas eu não peguei minhas coisas e “fui embora”. Conversei muito com minha família, namorado e amigos, que me deram informações e doses enormes de coragem e amor; pesquisei, busquei novas oportunidades, guardei dinheiro, planejei financeiramente o novo começo e o fundo para possíveis perrengues, e aí sim, aconteceu a rescisão.

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Agora estou dando os primeiros passos, oficialmente como freela, nômade digital, microempreendedora individual ou o que mais pudermos chamar.

É claro que essa escolha é difícil e tudo é muito novo. Mesmo quem gosta de mudanças sente medo de sair da zona de conforto, mas penso que esse é o momento de sonhar com os pés no chão, concretizando as ideias que já estavam há um tempo no coração e no papel.

O que posso dizer é que encontrei o que amo fazer, quando o assunto é trabalho. E é importante lembrar que amo fazer tantas outras coisas, mas é preciso ter a consciência e a sensibilidade de saber que nem toda atividade que a gente gosta precisa virar fonte de renda. Transformar hobby em negócio é muito bacana, mas ter hobbies além do trabalho também!

Estou empolgada sim, mas consciente dos desafios que precisarei enfrentar. Vai dar medo, mas vou com medo mesmo, e bastante esperança e foco. A certeza é de que não será um mar de rosas. Ou talvez será, com alguns espinhos. Mas eu, otimista que sou, prefiro trilhar esse caminho olhando apenas para a parte mais bonita das flores.

Me desejem/enviem jobs!

[Imagens: Geração de Valor | Arquivo pessoal do boy]