Posts de Thaysa

Adoráveis links [2] – arte, design e gastronomia

Em 23.08.2015   Arquivado em Adoráveis links, Arte, Design, Gastronomia, Leitura

Passeio tanto pela internet que minha pasta de favoritos fica imensa. Por isso resolvi compartilhar aqui alguns links legais que encontro, procurando separá-los por temas ou juntando de tudo um pouco.

Formada em Design, aventureira na cozinha e já com fome, minha escolha de hoje foi falar de arte com comida. Por que, né?! Como não amar?

O chef Benoit Castel e o artista gráfico francês Tyrsa se juntaram para fazer uma sobremesa tipográfica maravilhosa, daquelas que a gente tem dó de comer. A matéria é do site Follow the colours.
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A culinária japonesa leva a criatividade muuuito a sério. No projeto Miniature Space, uma cozinha em miniatura faz refeições minúsculas com ingredientes de verdade.
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Comida saudável + design de embalagem: foi assim que a Bolthouse desenvolveu uma estratégia para atrair as crianças com o mesmo apelo publicitário de junk foods.
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Pra finalizar, uma recomendação de livro para quem se interessa por criatividade e inovação: “Criatividade brasileira – Gastronomia, Design e Moda”. A publicação reúne entrevistas/depoimentos de nomes como Jum Nakao, irmãos Campana, Alex Atala, Paula Dib e Ana Carmen Longobardi sobre suas experiências como a economia criativa.
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As novas Barbies e a beleza das diferenças

Em 20.08.2015   Arquivado em Beleza, Diversão

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Minha brincadeira preferida quando era pequena (leia-se até os 13 anos) era brincar de Barbie. Eu ganhava aquelas mais simples da Mattel e montava a casinha, fazia roupas a partir de retalhos e falava sozinha por horas brincando no meu quarto quando não estava com as amiguinhas. Todas as minhas bonecas tinham nomes: Estrela, Tereza, Aline, Fabí, Sofia, e por aí vai. Nem as Susis e o Ken escapavam da minha criatividade: eram a Julia, a Monique e o Ben.

Mesmo preferindo as bonecas, minha infância não se resumiu aos brinquedos “de menina”. Brincava também de escolinha com alunos de “etnias” diferentes – de Max Steel do primo aos bichinhos de pelúcia, polícia e ladrão, alerta, mata-soldado, cidade de Gelokos e Gato Mia.

Ter essa liberdade de dividir meu tempo entre as bonecas e outras brincadeiras não criou em mim a vontade de ter o corpo da Barbie ou de me vestir como ela. Para falar a verdade, sequer gostava de roupa toda cor-de-rosa. Pelo contrário, eu pegava as “meninas” que estavam mais falhadinhas, apagava a tinta do rosto e redesenhava os olhos e bocas com espessuras e cores diferentes. Também cortava os cabelos e criava “personas”. A Fabí era excêntrica, fazia papel de cigana ou de uma tia extrovertida. A Tereza se dividia entre madrasta de conto de fadas e mãe rígida da vida real. A Aline, que tinha cabelos escuros e um look todo azul, era a estilosa da turma. Minha intenção era que elas não parecessem um grupo de clones, mas sim uma família ou um círculo social com pessoas distintas. Minha mãe, que sempre incentivou minha criatividade, me permitia essas alterações pois sabia que eu cuidava bem dos brinquedos e minha intenção não era estragar.

Todo esse momento nostalgia foi para comentar que, depois de mais de cinquenta anos investindo em um padrão X de bonecas, a Mattel anunciou para 2015 uma mudança significativa no desenvolvimento de seus produtos: a nova linha Barbie Fashionistas traz 8 tons de pele, 18 cores de olhos, 23 cabelos, modelos com curvas e tamanhos alterados. Além disso, uma nova articulação no tornozelo permitirá que as Barbies usem sapatilhas, sandálias e tênis sem salto alto, o que antes só bonecas como a minha Estrela, que morava na praia, podiam fazer.

É claro que a discussão sobre padrões de beleza e respeito às diferenças vai muito além da mudança de posicionamento de uma marca. Deve, na verdade, começar em casa com o cultivo da autoestima das meninas. De qualquer forma fiquei feliz em saber que agora as crianças poderão ter bonecas mais parecidas com elas, e que a nova linha da Mattel poderá inspirar outras empresas a buscarem a representatividade em seus brinquedos. “Thaysa, mas é só um brinquedo!”. Eu sei gente, mas a brincadeira vai além da diversão, ajuda as crianças a se desenvolverem para o convívio em sociedade. Então por que não mostrar que nem toda boneca é magra e peituda e nem todo boneco de ação precisa de músculos saltados?

Que as crianças misturem Max Steel com tartarugas ninjas, dinossauros menores que os cachorros de pelúcia, Pollys e bonequinhas em formato de bebês e vejam essas diferenças de uma forma positiva. Meu eu com 7 anos se empolgaria muito com esses modelos novos da Mattel, e eu com a cabeça de hoje e querendo ser mãe um dia vejo um dedinho de esperança nessa “bagunça” linda.

 

Rio de Janeiro (último dia) – Cristo Redentor

Em 18.08.2015   Arquivado em Movida por aí

Demorou, mas saiu! Hoje vou concluir a série de posts sobre a viagem curtinha que fiz ao Rio de Janeiro com o Rafa – namorado, melhor amigo e parceiro de passeios improvisados. Se você chegou agora ou quer reler sobre os outros dias do passeio, não se preocupe, vou deixar todos os links ao final desse texto.

Pois bem, agora que já contextualizei, deixe-me contar como foi o quarto dia no Rio. Era domingo e partiríamos de volta à Curitiba no meio da tarde, não lembro o horário certinho. Para não acumular atividades, decidimos aproveitar esse último tempo na cidade para conhecer o Cristo Redentor.

Compramos pela internet os ingressos, o que recomendo muito. Isso evitou filas e possibilitou que a gente escolhesse em que horário subiria. Detalhe importante: esses ingressos valiam para o Trem do Corcovado. Se você for de van, tem que pagar o transporte à parte e acaba saindo bem mais caro, além do que, na minha opinião, o passeio pela estrada não é tão divertido.

Ficamos hospedados na casa de um amigo, como já comentei, e ele mora na região do Sambódromo da Avenida Marquês de Sapucaí. De lá, fomos até o bairro Santa Tereza de metrô e ônibus. O trânsito estava tranquilo e as conduções vazias, porque as pessoas que moram lá não costumam sair tão cedo no domingo.

Chegamos com antecedência e como não gosto de ficar com fome (contei aqui) e os lanches dos pontos turísticos são muito caros, decidimos comprar água e uns salgadinhos numa conveniência próxima à entrada.

Fica aí mais uma dica pra quem gosta de viajar: ter sempre uma barrinha de cereal, umas castanhas, bolacha ou qualquer outro engana-fome na bolsa. Nada que suje muito e exija trilhões de guardanapos.

Também aproveitamos para fotografar a praça que fica ao lado da estação de embarque, que tem uma versão antiga do trem, e as artes que estampam o muro da estação.
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Lá na área de embarque ainda conseguimos tirar fotos do ambiente e tomar um cafezinho. Até que, finalmente, chegou a hora de entrar no trem e subir o Corcovado devagar, curtindo a vista.
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Em alguns momentos, a condução parou e ambulantes ofereceram água pra quem não comprou lá embaixo. A pausa também pode acontecer se algum trem estiver descendo, porque os trilhos são os mesmos. Então, tá tudo bem se parar um pouquinho, ok?! Aconteceu isso em nosso percurso, inclusive.
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Esse trajeto não levou muito tempo e logo chegamos ao topo, que tem um mirante bem espaçoso e a estátua que todos esperavam ver e fotografar: o Cristo Redentor. Lá em cima o movimento é bem intenso. Todo mundo quer tirar fotos de braços abertos, de mãos juntas e com outras poses, por isso é preciso ter paciência, ou como diz o Rafa, “vai na manha, sem pressa”. Também não há muita sombra, então se o dia estiver ensolarado, não se esqueça de óculos escuros e protetor solar. Logo abaixo da estátua, tem uma pequena capela católica com celebração em alguns horários do dia. A gente parou perto da porta para sentar e descansar um pouquinho aproveitando a sombra que o Cristo ainda fazia, mas após o meio dia quase todo espaço é tomado pelo sol.
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A vista é incrível e o passeio vale muito a pena. De lá foi possível ver o Parque Lage, o Jardim Botânico, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Pão de Açúcar, o aeroporto, o Maracanã, a ponte para Niterói e outros tantos lugares. Exceto a casa do nosso amigo Carioca, mas a rua dele estava visível também.

Contei que subimos o Pão de Açúcar após o pôr do sol, e no fim das contas não nos arrependemos disso. Conseguimos conhecer o Rio à noite com as luzes da cidade e dos carros acesas e, do mirante do Cristo, vê-lo de uma forma diferente, durante o dia. Foi uma forma linda de encerrar o passeio.

De volta à casa do Carioca, sua mãe, Dona Sônia, nos esperava com um almoço beeeem caprichado, como todas as suas refeições: feijoada, bacalhoada, bisteca – que no Rio tem outro nome – e saladinha. De barrigas e malas cheias, fomos para o aeroporto e pegamos o voo para Curitiba, de onde voltamos para Santa Catarina de carro no dia seguinte.
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Nosso agradecimento especial ao Alex (Carioca) e sua mãe pelos rangos, pela estadia e por toda a receptividade e atenção que nos deram.

Confira todos os posts sobre o Rio de Janeiro:

Rio de Janeiro – dia 1

Rio de Janeiro – dia 2, Copacabana

Rio de Janeiro – dia 2, Arpoador, Ipanema e Leblon

Rio de Janeiro – dia 2, Pão de Açúcar

Rio de Janeiro – dia 3, Parque Lage e Jardim Botânico

Rio de Janeiro – dia 3, Lagoa Rodrigo de Freitas e Lapa

Adoráveis links [1] – consumo, produção de lixo e ciclo de vida dos produtos

Em 16.08.2015   Arquivado em Adoráveis links, Consumo consciente

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Hoje quero dividir com vocês conteúdos bacanas relacionados ao consumo consciente. São links que acessei, gostei e deixei salvos nos favoritos para compartilhar com quem, assim como eu, costuma pensar sobre o que compra e para onde vão os materiais que descarta.

O blog Um ano sem lixo foi criado pela Cristal para registrar o caminho do seu projeto pessoal: deixar de produzir lixo. Por lá ela conta as dificuldades que enfrenta e como faz para superá-las, oferece receitas de soluções naturais para limpeza e higiene pessoal e ainda compartilha links com informações válidas para quem deseja se informar sobre consumo sustentável ou, assim como ela, buscar um estilo de vida que produza nada – ou quase nada – de lixo.

Assisti ao vídeo A história das coisas em uma aula na faculdade e desde então ele está nos meus favoritos. Ele conta de maneira bem concisa como funciona o ciclo de vida dos produtos, ou seja, que caminho as coisas que compramos percorre, desde a extração da matéria-prima até o descarte. Você já parou para pensar?

Saindo só da questão do lixo e partindo para uma maneira prática de frear o consumo, tenho acompanhado muitos posts sobre Armário-cápsula. A Marina do Querido Click explicou como funciona esse método, cujo objetivo é repensar a quantidade de roupas que a gente tem no armário, nosso estilo de vida e a real necessidade de comprar uma pecinha aqui outra ali, sendo que às vezes nem chegamos a usá-las.

Espero que gostem dos links da semana! E você, já leu algo legal sobre os temas de hoje?

Imagem do blog “Um ano sem lixo”

Rio de Janeiro (dia 3) – Lagoa Rodrigo de Freitas e Lapa

Em 15.08.2015   Arquivado em Movida por aí

Ontem comecei a contar sobre o final de semana no Rio, e parei no Jardim Botânico. De lá, seguimos para a Lagoa Rodrigo de Freitas, e é sobre ela que falarei hoje.

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A distância entre esses dois pontos é curtinha, por isso fomos a pé até a lagoa. Lá alugamos bicicletas do BikeRio, um sistema super legal que existe em alguns passeios turísticos. A foto abaixo não está com a melhor qualidade porque foi tirada com celular, mas é a minha preferida.

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Dica: apesar dos avisos sobre a diária de 5 reais, leia atentamente o regulamento. Não é simplesmente pegar uma bike e passar o dia com ela por esse valor, como tínhamos imaginado.

Demos meia volta na lagoa e paramos em um parque super bonitinho para tomar água de coco. Lá tinha pedalinhos, pessoas fazendo piquenique, alguns barzinhos e quiosques e um espaço de grama bem gostoso para descansar ou brincar com crianças (especialmente quem mora em apartamento).

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Já era final do dia quando seguimos o passeio para completar a volta na lagoa, que tem mais ou menos 14 km de contorno. Fomos sem pressa e o dia foi bem agradável. Assim que devolvemos as bicicletas, voltamos para a casa de ônibus e nos arrumamos para passear na Lapa. Sim, finalmente!

A região dos Arcos da Lapa é um centrinho de bares, baladas e eventos de rua. O movimento é bem intenso, tanto de carro quanto a pé, e a bebida é barata na maioria dos estabelecimentos. Pelo que a gente viu, o pessoal gosta mesmo é de comprar cerveja nos barzinhos e ficar na rua conversando, mas optamos por entrar em uma balada alternativa, a mais vazia da rua, como podem presumir.

Fomos no La Esquina Teatro Bar, um espaço bem parecido com os bares e pubs de Blumenau. O lugar tem música ao vivo e oferece cervejas tradicionais, drinks diferentes e um cardápio de lanches que pareciam bem apetitosos. Só não experimentamos porque antes de sair de casa a mãe do nosso amigo Carioca ofereceu uma jantinha caprichada.

Queria ter fotografado mais o ambiente, mas não era seguro levar a câmera e à noite a qualidade fica um pouco comprometida. Se voltarmos ao Rio, quero conhecer os Arcos durante o dia também, quando o movimento é mais tranquilo e a iluminação, favorável. Nas fotos abaixo: Arcos da Lapa, eu e o boy, um bar que não lembro o nome cuja fachada é super legal e uma parte do bar do La Esquina.

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Acompanhe os outros posts sobre a viagem:

Rio de Janeiro – dia 1

Rio de Janeiro – dia 2, Copacabana

Rio de Janeiro – dia 2, Arpoador, Ipanema e Leblon

Rio de Janeiro – dia 2, Pão de Açúcar

Rio de Janeiro – dia 3, Parque Lage e Jardim Botânico

Rio de Janeiro (dia 3) – Parque Lage e Jardim Botânico

Em 13.08.2015   Arquivado em Movida por aí

Eike empolgação! O final de semana no Rio foi a melhor parte da viagem. No terceiro dia a gente já estava se sentindo mais à vontade com o movimento e a cidade. Começamos o passeio indo de ônibus até o Parque Lage. O espaço é bem bonito, rico em vegetação, tranquilo para passeios em família, ensaios fotográficos e piqueniques. É aquele tipo de parque que você vê tudo isso acontecendo ao mesmo tempo, e dá uma sensação de respiro ao tumulto do trânsito e à correria dos dias úteis.

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O cartão postal do Parque Lage era nosso destino inicial. Alguém publicou na internet que lá seria um bom lugar para um brunch em volta da lagoa. Ok, não tinha café da manhã, mas ainda assim vale muito a pena visitar.

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Obs.: Achei que realmente não houvesse mais esse serviço lá, mas depois desse post do Morando Junto descobri que é porque fomos no sábado do feriadão. Sacanagem essa mesa recheadona, Mari e Caio! Vou ficar desejando até ir para o Rio de novo.

Nas salas em volta do pátio principal, encontramos exposições artísticas e fotográficas interessantes. Em uma delas, continuamos completando nossa cartelinha de nudez (o musical do primeiro dia já teve nudes): um ator pelado, ligado a várias árvores do parque, corria sem sair do lugar. O conceito era algo como a dependência do ser humano em relação aos outros elementos da natureza. Não, gente, essa parte eu não fotografei.

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Outro ponto legal do parque é esta construção, recheada de pôsteres, vídeos e outras manifestações de arte no seu interior.

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Depois de mais alguns minutos de visita ao Parque Lage, seguimos a pé para o Jardim Botânico. Lá, chafarizes e monumentos históricos dividem espaço com árvores centenárias, bromélias, orquídeas e outras tantas espécies. Confesso que ficamos preocupados com o tanto que ainda teríamos que andar até o final do dia e nem percorremos o parque todo. Depois de caminhar um pouco, fizemos um lanche em uma cafeteria de lá e já voltamos para a entrada. Vale dizer que os preços dos lanches também eram salgados, porém mais gostosos que os que encontramos em pontos turísticos.

Dica para a vida: quando for viajar, não se alimente apenas em locais óbvios. Vale a pena dar uma chance a estabelecimentos menos comentados.

Confira os outros posts da viagem:

Rio de Janeiro – dia 1

Rio de Janeiro – dia 2, Copacabana

Rio de Janeiro – dia 2, Arpoador, Ipanema e Leblon

Rio de Janeiro – dia 2, Pão de Açúcar

TAG 7 coisas

Em 11.08.2015   Arquivado em TAG

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No finalzinho de julho conheci por acaso o blog da Isadora, minha xará de apelido, e fiquei encantada com os conteúdos que produz, o talento para a fotografia, a simplicidade ao falar sobre o cotidiano e a serenidade que ela transmite nos vídeos.

Uma das publicações mais recentes da Isa foi a tag 7 coisas, geralmente finalizada com a indicação de alguns blogs para responder. Mas como ela deixou livre a quem quisesse compartilhar um pouquinho mais sobre si, tomei a liberdade de fazer a minha versão.

Os itens não estão na ordem de prioridade e por “coisas” não me refiro apenas a objetos, pode ser palavra, pessoa, situação, etc. Veja o que listei:

7 coisas para fazer antes de morrer

Formar uma família com filhos determinados, honestos, carinhosos e felizes
Fazer uma viagem super gostosa com a minha mãe (podemos ter companhias)
Ter um ateliê, estúdio, home office ou simplesmente “cantinho” para os meus projetos
Conhecer muitos lugares
Me sentir realizada profissionalmente
Adotar ou apadrinhar pelo menos uma criança
Deixar um bom legado

7 coisas que eu mais falo

Oi, mãe
Lindo
Nossa!
Bom dia
Obrigada
Beleza
(Surpiro longo) Enfim

7 coisas que eu faço bem

Comunicar (escrever e conversar)
Decorar músicas
Planejamento/organização com meu trabalho e minha agenda pessoal (com meu quarto a história muda)
Lidar com pessoas
Me maquiar
Me virar com rangos rápidos na cozinha
Arrumar as malas

7 coisas que me encantam

Pessoas leais e gentis
Criatividade
Esforço
Crianças
Animais fofinhos
Praia
Fotos espontâneas (recomendo conhecer o trabalho da Isadora)

7 coisas que eu não gosto

Falta de respeito e bom senso
Fumaça de cigarro
Demorar pra dormir
Ficar muito tempo com fome
Tomate seco
O pré-julgamento de “não ir com a cara de alguém”
Maçã na maionese

7 coisas que eu amo

Minha família <3
Passeios improvisados
O combo sofá + mantinha + seriado ou filme
O Rafa <3
Cafuné
Aventuras culinárias com a minha mãe
A sensação de descoberta quando conheço algo/alguém incrível

Legalzinha a TAG, né?! Se você me conhece e lembra de mais algum item que poderia encaixar aqui, conte pra mim nos comentários. E se é novo por aqui, fica o convite para responder também ali embaixo ou compartilhar o seu post com o mesmo tema.

Ps.: O post do último dia do Rio está demorando pra sair, né?! Pera que estou me agilizando aqui.

Rio de Janeiro (dia 2) – Pão de Açúcar

Em 09.08.2015   Arquivado em Sem categoria

Como disse no último post de diário de viagem, resolvemos conhecer o Pão de Açúcar justamente no Dia do Trabalho, já que estávamos na região Sul do Rio. Como era feriado e não compramos ingressos antecipados, enfrentamos uma fila gigantesca até o ponto de embarque, o que fez com que perdêssemos o pôr do sol visto lá de cima.
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Depois de duas horas de espera e muitos “será?”, entramos no bondinho e fizemos o primeiro trajeto do passeio até o Morro da Urca. Lá tem uma praça de alimentação bem simpática e havia um telão com a série “Tim Maia” com muita gente assistindo e cantando junto.
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A segunda parte do passeio vai até o Pão de Açúcar. Mesmo à noite, a vista é incrível de lá. Vimos Copacabana, Ipanema, Flamengo, Pedra da Gávea, Cristo Redentor, Aeroporto Santos Dumont, Niterói e sua ponte, e vários outros pontos da cidade. Uma pena que as fotos não transmitem a beleza do cenário, porque não tínhamos tripé e ainda estávamos nos adaptando à câmera.
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Ainda no morro, resolvemos fazer um lanchinho (cujo preço não era não inho assim) antes voltar à estação de embarque. Para a saída do bondinho, espera-se até atingir o número de 65 pessoas ou faz-se um intervalo de 20 minutos entre as descidas. Tivemos que esperar um pouco, mas logo conseguimos chegar à Urca.

O problema foi o último trajeto: começou a chover, a fila estava imensa e todos cansados. Nos abrigamos em uma marquise até sobrar um espacinho na estação e então seguimos a descida. Problema entre aspas, porque quando você está viajando tudo vira história pra contar.

Expectativa para o fim do dia: Lapa.
Realidade: banho quente, cobertor e sono.

O final de semana no Rio de Janeiro foi bem produtivo! Na próxima “página” do diário, conto sobre o Parque Lage, o Jardim Botânico, a Lagoa Rodrigo de Freitas e a Lapa.

Veja os outros posts sobre o passeio:

Rio de Janeiro – dia 1

Rio de Janeiro – dia 2, Copacabana

Rio de Janeiro – dia 2, Arpoador, Ipanema e Leblon

 

Rio de janeiro (Dia 2) – Arpoador, Ipanema e Leblon

Em 07.08.2015   Arquivado em Movida por aí

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Depois de conhecer parte da praia de Copacabana, andamos até a praia do Arpoador. A primeira parada foi para comprar o tal biscoito Globo, já que muitos amigos recomendaram.

É um biscoito de polvilho disponível em versões doce e salgada. Nada muito diferente dos biscoitos caseiros que compramos em Santa Catarina, mas a marca é tradicionalíssima no Rio e faz jus ao slogan: “O biscoito que você não para de comer”.

Obs.: Nunca falei/escrevi tanto a palavra biscoito na minha vida. Por aqui, a gente prefere bolacha.

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A praia fica ao lado de Ipanema (separadas apenas por uma cancela) e recebe um público bem variado. As ondas são médias a grandes, por isso atraem muitos turistas ao local. O destaque é a pedra do Arpoador, famosa por receber turistas e amantes da natureza que aplaudem o pôr-do-sol. Como chegamos antes de almoçar, essa cena continua morando só na nossa imaginação.

Assim como Ipanema e Leblon – que visitamos a seguir, o Arpoador tem um calçadão enfeitado por coqueiros que fica bem acima do nível da areia. Lá encontramos banquinhos e sombra, nada mau pra quem andou muito mais que a média do dia a dia.

Seguindo a caminhada, fomos recepcionados por Tom Jobim em Ipanema, andando marotamente com seu violão sobre o ombro. Por não querer expor uma foto de biquíni, escolhi essa pose bacanuda do boy com o Tom e um senhor simpático que adora fotos. O Rafa não curtiu o “photo bomber”, mas eu achei tão divertida a composição! Muita gente maneira numa foto só.

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Depois, andamos pelo calçadão e aproveitamos que uma das pistas da Avenida Vieira Souto estava livre para fotografar a praia de vários ângulos e caminhar com mais espaço.

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Ipanema também tem ondas grandes para os surfistas, uma faixa de areia estreita e uma bela vista do Morro Dois Irmãos, rodeado pelo Vidigal e a favela da Rocinha, que é mais populosa do que imaginávamos.

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Leblon divide a mesma orla com Ipanema e, apesar do parágrafo anterior, é onde temos a vista mais próxima do Morro. Mas antes de chegarmos ao final da orla, resolvemos procurar um restaurante para almoçar (foram alguns quilômetros de andança, afinal).

Comemos em um bar e restaurante espanhol chamado Crustô, super bonitinho e com espaços internos e externos. Escolhemos sentar em uma das mesas da calçada para observar o movimento. Os meninos pediram tortilla espanhola (omelete de batata, ovo e cebola) para a entrada e um fusilli com chorizo (massa tipo fusilli e molho de linguiça e creme) como prato principal. Eu os acompanhei na tortilla, mas pulei direto para a sobremesa: terrine de frutas com helado, ou simplesmente frutas com sorvete.

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Eles beberam cerveja e refrigerante e eu conheci um dos drinks da casa, o passion cooler: um delicioso suco de abacaxi, manga, maracujá e hibiscos. Sem álcool, porque a ideia inicial era terminar o segundo dia na Lapa.

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“Almoçados”, resolvemos subir o Pão de Açúcar de bondinho, sem lembrar que era feriado e uma fila enorme nos esperaria. Amanhã eu conto mais. ;)

Acompanhe os outros posts sobre a viagem:

Rio de Janeiro – dia 1

Rio de Janeiro – dia 2, Copacabana

Rio de Janeiro (dia 2) – Copacabana

Em 05.08.2015   Arquivado em Movida por aí

Comecei a contar sobre uma viagem curta que fizemos ao Rio de Janeiro. Hoje continuo o relato falando sobre o começo do segundo dia.

Ao contrário da chuva que nos recepcionou, o dia 1º de maio já amanheceu ensolarado no Rio. Mais animados, decidimos conhecer algumas praias da região Sul da cidade: Copacabana, Arpoador, Ipanema e Leblon.

A primeira parada foi em Copacabana. Dá play no sambinha e segue com a gente!
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A praia tem uma orla gigante, o famoso calçadão e, por ser feriado, uma das pistas da Avenida Atlântica estava disponível para caminhada, skate e outras atividades que combinavam com o clima descontraído na areia.
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Copacabana tem quiosques de bebidas, sorvetes e petiscos disponíveis ao longo de toda a extensão. Os produtos variam de acordo com o estabelecimento, mas as “casinhas” têm a mesma estrutura.

Além do comércio autorizado, alguns ambulantes também vendem artesanatos, cangas e acessórios. Outra forma de ganha-pão comum por lá são as artes feitas na areia, em várias formas diferentes. As esculturas são pintadas e impermeabilizadas com produtos específicos para durar meses e, em troca de alguns trocados, a gente pode fotografá-las.
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A praia é dividida em postos, e já com uma lista de lugares para conhecer em mãos, procuramos pelo Posto 6, onde fica a estátua de Carlos Drummond de Andrade. É claro que lá tiramos as tradicionais fotos batendo um papo com o escritor.
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Seguindo o passeio, encontramos ao final da praia outra estátua, a de Dorival Caymmi: compositor, cantor, instrumentista, pintor e ator baiano que viveu muitos anos no Rio de Janeiro. A figura, ao contrário de Drummond, tem mais movimento e permite poses engraçadinhas como estas.
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Por fim, ainda em Copacabana, tem um muro com várias pinturas lindas de momentos da Copa do Mundo 2014 e da própria praia. É claro que a final entre Alemanha e Argentina estava lá, nos lembrando da rivalidade entre o futebol brasileiro e o argentino e a brilhante vitória dos alemães contra a nossa seleção (cadê apagador de memória do MIB?).
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No próximo post vou contar sobre a continuação da caminhada. Fomos para a praia do Arpoador, Ipanema e Leblon.

Veja o primeiro post sobre a viagem:

Rio de Janeiro – dia 1

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