Categoria "Comportamento"

Saúde: 10 conselhos fáceis de seguir e sem clichê

Em 23.09.2016   Arquivado em Comportamento

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Leio muito sobre dicas de saúde, alimentação, culinária e atividades físicas, e apesar de muitas lorotas, percebo que existem informações úteis, aplicáveis e mais simples do que muita gente imagina!

Sem extremismos, nem grandes mudanças na rotina, é possível mudar alguns hábitos e sentir os efeitos sobre o bem-estar e qualidade de vida. Pra isso, a gente não precisa se transformar em musos fitness, é só seguir algumas recomendações como estas:

  1. Coma mais devagar: não precisa contar as mastigadas não. É só largar o celular, desapegar do relógio e comer sem pressa, saboreando a refeição. Assim, segundo a maravilhosa Sophie Deram, seu corpo responderá quando estiver saciado e você evitará excessos ou mesmo a falta de saciedade.
  2. Mão na massa: e pode ser macarrão, inclusive! Segundo a OMS, as refeições feitas na nossa cozinha, com alimentos orgânicos ou pouco processados, são as mais saudáveis.
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  3. Não conte calorias: uma lata de refrigerante pode ser menos calórica do que um suco natural, dependendo da fruta. A questão aqui não é que a quantidade de kcal não representa de forma alguma a qualidade do alimento, percebe?
  4. Largue a balança: é serio. Os números da balança não especificam sua composição corporal nem definem o quanto você tem saúde. Pese-se quando necessário, mas não precisa subir na bendita toooda semana.
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  5. Receba massagem regularmente: fácil essa, hein?! A massagem melhora a circulação sanguínea, relaxa os músculos e ajuda a descansar a mente também.
  6. Durma mais: outro conselho bem fácil, e as pessoas insistem em procrastinar em vez de pegar no sono. Que tal deixar o celular longe do travesseiro e apreciar mais essa maravilha que é dormir?
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  7. Saia do piloto automático: pratique a atenção todos os dias. Observe o que está comendo, estacione pensando na melhor manobra para o carro encaixar na vaga, escove os dentes analisando o que precisa ficar limpo. Parece óbvio, mas a gente faz muitas dessas tarefas pensando na morte da bezerra.
  8. Pare de se cobrar demais: aprender com os erros ok, mas gastar tempo com arrependimentos e lamentações, além de ser um desperdício de energia, pode levar a problemas sérios de saúde.
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  9. Se mexa! Não adianta reclamar que a academia está cara enquanto está sentado no sofá. Mude para o canal de música e dance, dê uma caminhada, tire os paranhos da bike, levante esse popô daí!
  10. Vá ao banheiro. Segurar os números todos que a gente tem que fazer lá é algo muito prejudicial para o corpo. Não é um conselho agradável de ler e nem a propaganda da Activia consegue deixar esse papo natural, mas parar de procrastinar essa horinha preciosa melhora o funcionamento do organismo, diminui o inchaço e dá até um viço na pele.
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Vamos combinar: são dias bem úteis que não envolvem palavrinhas da moda como detox, aeróbico em jejum ou qualquer outro assunto sobre o qual eu não poderia opinar por não ser da área da saúde. Aliás, se puder finalizar o post de hoje com o 11º conselho, minha escolha é: se também gosta de pesquisar sobre saúde, eleja boas referências. ;)

Eu divago, tu divaga, ela divag… Olha que lindo o pôr do sol!

Em 08.09.2015   Arquivado em Comportamento

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Eu devo pensar em situações imaginárias com a mesma frequência que a minha sobrinha, de cinco anos. Aliás, ela vai fazer seis no mês que vem. Como o tempo passa rápido, né?! Mas vamos voltar à sequência que esse texto deveria ter, se eu não fosse distraída.

Tenho uma agenda física com listas super organizadas, cumpro meu cronograma de trabalho, sempre me lembro de datas e eventos importantes e consigo manter o foco se o que estiver fazendo for interessante. Mas se a atividade for corriqueira e eu estiver no piloto automático, devaneio.

Houve um tempo em que estava no cinema, em casa, no trânsito e, quando me dava conta, estava em pânico por numa situação trágica que acontecia na minha cabeça. Ora achava que essa situação hipotética aparecia do nada, ora pensava na possibilidade de ser um mau pressentimento, mas depois eu descobri que meus medos eram gatilhos para que essas cenas horríveis acontecessem na minha cabeça, e que era possível pará-las.

Parar pensamentos trágicos: check. Mas ainda há tantos outros devaneios para riscar da minha lista! (Ou não preciso?) Me arrumo em frente ao espelho tendo uma conversa divertida com Pharrell Williams. Demonstro empolgação ao escrever um e-mail para uma oportunidade profissional incrível enquanto, na verdade, estou segurando uma xícara de café no lugar do celular ou de outro objeto que me possibilitaria essa atividade. E uau, quantas vezes tive discussões profundas sobre coisas que nunca me chatearam na vida real!

Eu devaneio, falo sozinha, me distraio e me transporto pra outros lugares sem tirar os pés do chão. Deve ser característica comum em pessoas criativas e extremamente ansiosas. Ou será que é exclusividade minha subir nesse balão? Nossa, fui longe com essa do balão. Estava pensando no air balloon da Lily Allen, mas me lembrei que a música do Balão Mágico também se encaixa nessa referência. Ó, divaguei aqui de novo.

Eu devo pensar em situações imaginárias com a mesma frequência que a minha sobrinha, de cinco anos. A diferença entre nós é que ela usa seus sonhos e aventuras mirabolantes da cabeça para inspirar suas brincadeiras, ações e até conversas do dia a dia, como quando ela iniciou uma discussão realmente séria sobre o que poderia fazer para ficar famosa, e seguiu com a expressão do rosto determinada dando uma entrevista, enquanto segurava o microfone de shampoo como se fosse a coisa mais natural do mundo. E era.

A gente pode divagar, imaginar, se distrair, devanear, procrastinar, se isso não interferir nas atividades do dia a dia. O que acho mais grave é deixar de fazer isso e se concentrar o tempo todo no aqui, no agora, no real, nas estatísticas, nas listas do que fazer. As metas não parecem mais próximas do alcance quando temos essas visualizações em nossa mente? Veja bem, não estou falando em se concentrar e aproveitar o presente. Me refiro a pôr os pés no chão e o pensamento adiante, ou mesmo nas nuvens, mas sem desancorar.

Quero continuar devaneando pra caramba, se isso me fizer tão criativa quanto a minha sobrinha. Ia escrever outra coisa no lugar de caramba. Um palavrão que ouvi bastante em uma reunião incrível que tive no começo da semana. Ela rima com baralho, mas eu realmente tenho um certo bloqueio de usar palavras assim. Já falei que eu troco “palavras feias” por outras similares como a rima acima? Aliás, já falei que divago bastante?

Bônus: Adorei o texto da Marcella para o Chata de Galocha. Ela falou justamente sobre imaginação fértil.

[Imagem: Pexels]

Projeto compara a forma como as pessoas agem no dia a dia

Em 31.08.2015   Arquivado em Comportamento, Design, Diversão, Ilustração

Você levanta logo que toca o despertador ou tem várias sonecas programadas? Você põe o ketchup em cima da batata frita ou faz um montinho ao lado?

Com humor, o tumblr 2 kinds of people (2 tipos de pessoas) mostra como cada tipo de pessoa lida com coisas do cotidiano de forma diferente. Com certeza você vai se identificar com algumas das ilustrações minimalistas!

Conta pra mim, em quais opções você se encaixa:

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No Google eu só aperto enter, só faço montinho de ketchup se alguém da galera não gostar de comer, posiciono o papel higiênico na primeira opção, JAMAIS como chocolate sem respeitar a divisão dos tabletes e sou a louca dos 5 minutinhos quando acordo.

Encontre todas as comparações em 2kindsofpeople.