Movida por aí: Canela e Gramado

Em 11.04.2016   Arquivado em Movida por aí

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Em agosto do ano passado passei alguns dias no Rio Grande do Sul e conheci pontos turísticos, restaurantes e outros lugares muito legais de Canela e Gramado, duas cidades muito fofinhas para turistar durante todo o ano, especialmente no inverno e na época de Natal.

Em vez de fazer um diário de viagem, como fiz com o Rio de Janeiro, resolvi contar um pouquinho sobre os locais que mais gostei de visitar durante esse passeio. Vamos às recomendações de hoje!

Bondinhos Aéreos

Canela tem uma região de belezas naturais chamada Parques da Serra. Lá, entre outras atrações, conheci os Bondinhos Aéreos, que levam os visitantes a uma trilha ecológica e a um mirante lindo com vista para a Cascata Caracol, uma queda d’água bem grande (vide imagem acima).

Vale a pena conhecer no final de tarde e encerrar o dia com essa vista incrível da cascata e do pôr do sol. É possível ainda curtir o visú tomando um cafezinho. Nada mau para um dia de outono, né?!

Acesso ao parque + passeio de bondinho: R$ 39,00 (adulto) | R$ 19,00 (crianças) | Gratuito para menores de 6 anos.

Empório Canela

Restaurante pequeno em Canela, decorado com móveis vintage e trabalhos manuais, com um espaço de leitura, venda de livros novos e usados e itens artesanais como almofadas, moleskinis e até geleias. O tempo de espera por uma mesa foi menor do que o informado, pedimos massas e sobremesas gostosas e com temperinho caseiro.

Para deixar a experiência ainda mais bacana, o restaurante fica perto da Catedral de Pedra, uma igreja com arquitetura gótica que esteve entre as sete maravilhas do Brasil em 2010, em eleição do portal Terra.

Cardápio com preços bem variados.

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Mini Mundo

O Mini Mundo é um lugar encantador com cidades em miniatura. A princípio achei que fosse um passeio interessante para quem está acompanhado de crianças, mas adultos também se divertem no parque.

As construções, pessoas, animais e situações replicadas são muito bem feitas; há trenzinhos em movimento, incêndio com fumaça de verdade, televisões com imagens reais, teleféricos e outras atrações que melhoram a experiência sensorial. Há miniaturas de lugares reais, como o Museu da Imigração de São Paulo, e de lugares fictícios.

Para cada canto que a gente olha tem uma surpresa: pedido de casamento, aglomero de pessoinhas em volta de um ovni, família jogando Guitar Hero… Usando “Ponte para Terabitia” como referência, o ideal é fechar os olhos e deixar a mente bem aberta.

Não posso deixar de mencionar que o atendimento é cordial, há ursinhos que tiram fotos com os visitantes, um “limpador de chaminés” que além de recepcionar, sugere os melhores ângulos para imagens realistas, e há também um café charmoso e uma barraquinha de doces (picolé, algodão doce, chocolate) para um lanchinho durante ou depois do passeio.

Acesso ao parque: R$ 24,00 (adulto) | R$ 15,00 (crianças) | Gratuito para menores de 2 anos.

Largo da Borges: Mamma Pasta

A intenção inicial ao sair do hotel era jantar na Rua Coberta, mas como acontecia o primeiro final de semana do Festival de Cinema de Gramado, os restaurantes de lá estavam lotados. Felizmente, entramos na galeria Largo da Borges, bem ao lado do Palácio dos Festivais, e encontramos um restaurante italiano chamado Mamma Pasta, com música ao vivo, casa cheia e muita animação.

O atendimento é eficiente, o fondue maravilhoso e o local aconchegante. Não sei com que frequência o restaurante oferece apresentações de música, mas preciso confessar que me empolgo com versões de Bee Gees, Abba e Whitney Houston. Alguém mais?

Cardápio com preços bem variados.

Canela e principalmente Gramado têm muitas atrações. Há o Museu de Cera, Museu da Moda, lojas de doces caseiros, museus de carros (o ambiente do Harley Motor Show é incrível), Lagro Negro, passeios de trem… Enfim, são muitos pontos turísticos para conhecer e querer revisitar. Na lista de hoje destaquei apenas alguns, mas recomendo ir com calma para aproveitar as cidades, que além de tantas atrações, têm centrinhos charmosos e convidativos para caminhar e comprar souvenires, vinhos, queijos e muito chocolate.

Falando nisso, se virem umas cestinhas de bombons lá, não se esqueçam de mim! <3

Sobre o dia em que me sobrou fôlego

Em 06.04.2016   Arquivado em Bloco de Notas

Não é de hoje que descobri o gostinho e a sensação de missão cumprida que é superar momentos de insegurança ou mesmo aqueles medos que chegam a causar dores físicas, como embrulho no estômago e pontadinhas de ansiedade no coração.

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Trocando ideias com minha mãe esses dias, ela comentou que desde muito pequenos eu e meu irmão tínhamos os olhos arregalados direcionados a ela quando algo de diferente nos intimidava. Acontece que, em muitas vezes, superar o medo foi mais fácil do que previa, e uma coragem que não tinha como amiga íntima, costumava se por ao meu lado e segurar as minhas mãos. E eu seguia adiante, sem deixar o medo pra trás, mas sem ficar para trás da estranha conhecida que me chamava para o que viria.

Muita coisa mudou desde então, mas tem algo que, falando em medo, começou a florescer em mim há pouco tempo: a insegurança me fez mais forte. De repente, eu e coragem começamos a nos ver mais vezes. Ela menos empolgada que outrora, mas mais serena e cheia de si: “vem, vai ser legal, é seguro”. Ela na verdade é uma parte de mim, eu sei, mas gosto de ilustrá-la assim para expressar o quanto dela me cabe.

Entre os medos familiares, aqueles com os quais a gente se acostuma e, quando percebe, já viraram de estimação, estavam os lugares fechados e tudo relacionado à falta de ar. Não que eu tivesse problemas físicos em relação a isso, ou pelo menos soubesse ter, mas a ideia de ficar sem fôlego me deixava atordoada.

Até que, ano passado, descobri que estava com um problema respiratório.

A falta de ar agora não era mais psicológica – talvez já fosse física há muito tempo, mas tardei em descobrir. Acontece que, depois do primeiro momento de aborrecimento, consegui lidar bem com a ideia sem confundir a respiração pesada com um dos meus medos.

Tomei as medidas preventivas, voltei às atividades físicas para ganhar resistência, reforcei a imunidade e, para meu alívio, minhas vias respiratórias reagiram bem e já não estão mais irritadas.

Eis que na última viagem, diante dos maravilhosos galés de Maragogi e de instrutores me aguardando para ver peixinhos e corais bem de perto, eu chamei meu medo de asma para não fazer mergulho sub-aquático. O ar que já entrava leve e fácil em minhas vias respiratórias começou a pesar, e esse peso virou desculpa, e a desculpa virou uma frustração dentro de mim, não por não ver o fundo do mar, mas por não me permitir viver essa experiência.

Aí me veio o clique: a coragem, a velha amiga… Era eu o tempo todo.

Palpitando de ansiedade, topei vestir os equipamentos, deixar de ter o controle sobre o mergulho e me permitir respirar debaixo d’água com ajuda de um cilindro, enquanto pensava seriamente sobre a hipótese dele “não dar conta”.

E me sobrou fôlego. A respiração entre os corais era leve, a vista era linda e aquela ansiedade que parecia gigante ficou pequena diante da experiência. Lembrei-me de outra aventura minha, descendo de rapel depois de subir muitos degraus por dentro da torre da Matriz, em um ambiente apertado e escuro. A sensação de me permitir, nas duas situações, foi a própria recompensa; o mergulho foi seguro, tranquilo e divertido.

Talvez seja isso o tal conselho de “mergulhar de cabeça”. Quando a gente ouve, parece ser dom de quem não tem medo de nada, é cheio de confiança e tem até um pingo de inconsequência. Parece quase utopia, a audácia de um seleto grupo de pessoas bem sucedidas e sem preocupações. Mas que nada, medo de mergulhar todo mundo tem, a diferença está apenas na altura do salto.

Eu mergulhei de cabeça no mergulho – metaforicamente. Mergulhei também nos primeiros cheiros, passos e palavras, nas mudanças de escola, na superação da timidez de fazer novos amigos, no universo dos relacionamentos, na escolha da faculdade, na segurança de dormir sozinha, na superação das perdas, nas viagens longas de carro, nos primeiros vôos de avião, em uma nova direção profissional, naquela ideia de jerico que foi descer a torre de rapel, e em tantos outros desafios que para uns são mais profundos do que para outros.

Acredito piamente que todo mundo mergulha de cabeça em algumas coisas. Não há quem não tenha uma gota de medo e duas de coragem em determinados momentos da vida.

No meu caso, umas cinco gotinhas de coragem me fizeram aproveitar o mergulho sub-aquático em Maragogi. Me sobrou fôlego, e eu repito isso para desabafar que a sensação de vencer os obstáculos que a gente mesmo cria é maravilhosa.

Não é de hoje que descobri essa sensação de missão cumprida que é superar os momentos de medo, mas é só hoje que aprendi que a insegurança faz de mim uma pessoa corajosa, forte, e mergulhadora de cabeça nas experiências da vida, sem deixar de carregar receios na bagagem e ainda com muitas fragilidades. Mas medo todo mundo tem, só precisa se permitir arriscar e sentir que o fôlego sobrou depois de voltar à superfície.

Duas gotinhas de coragem a você, para quando o medo chegar. E assim a gente segue, cada um com seu mergulho.

Agradecimento especial à incentivadora mor que é a minha mãe, lidando de perto com essa minha dinâmica de coragem x medo há vinte e três anos, e à pessoa tranquila, otimista e pouco cautelosa que a vida me apresentou para mostrar que eu e coragem coexistíamos, o Rafa.


Ah, viram que tá tudo novinho por aqui? Dei uma redecorada nesse canto para ficar mais bonito e confortável de visitar e ler. Espero que goste!

Temos muitos assuntos para por em dia: viagens, alegrias e contratempos da vida de freela, TEDx Blumenau 2016… Continue me visitando para saber das novidades.

23 coisas para fazer aos 23

Em 16.03.2016   Arquivado em TAG

Para o post da semana, me apeguei no amor pelas listas e me inspirei em uma TAG encontrada em alguns blogs por aí, para traçar 23 objetivos, simples ou ambiciosos, para fazer aos 23 anos, ou seja, até junho!

A gente sempre tem sonhos, vontadezinhas, planos, projetos que já pagam IPTU de tanto tempo que moram no papel, ou até mesmo aquela sensação de tarefa inacabada. Então por que não refletir um pouquinho, estabelecer metas, e concretizar tudo, ou pelo menos parte do que nos deixaria felizes?

Ó o que espero para os próximos meses:

  1. Atualizar o blog com mais frequência e perder a timidez de divulgá-lo.
  2. Finalmente incluir exercícios três vezes por semana na minha rotina, sem tantos furos.
  3. Voltar a desenhar.
  4. Insistir em praticar aquarela pra ver se dou jeito na técnica, rs.
  5. Receber a certificação do Google Adwords.
  6. Começar a pós-graduação em Marketing Criativo (vamos fechar essa turma pfvr, gente!)
  7. Definir um horário para dormir e procurar torná-lo um hábito.
  8. Decorar o meu home office, mais conhecido como cantinho da sala.
  9. Retomar as aulas de violão.
  10. Conhecer mais dois estadosspoiler dos próximos “Movida por aí!”.
  11. Ser atendee no TEDX Blumenau 2016.
  12. Comemorar o aniversário de namoro, que é dia 13/04, de uma forma legal, mesmo que seja simples.
  13. Assistir ao filme “Mogli – O Menino Lobo” no cinema.
  14. Finalmente terminar de assistir aos episódios disponíveis de OITNB.

    Deixa eu explicar rapidinho: eu e Rafa assistimos em doses homeopáticas com medo de ficar aquele vazio antes da chegada da nova temporada.

  15. Assistir à nova temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt e fazer resenha aqui para o blog!
  16. Aprender a fazer macarrão à carbonara. Tudo vai bem até a parte do macarrão, mas quando o ovo entra na história…
  17. Fazer o meu primeiro bolo! Não, nunca fiz, nem de cenoura, rs.
  18. Aprender a meditar.
  19. Criar uma marca e uma identidade visual para o meu negócio.
  20. Perder o medo de cantar na frente das pessoas, pelo menos pra acompanhar o violão.
  21. Mudar o visú dos cabelos de novo.
  22. Me cadastrar como MEI.
  23. Fazer um canal no Youtube para “guardar” os vídeos de passeios e viagens.

Ainda poderia acrescentar aqui um tantão de leituras atrasadas, fotos para organizar em um álbum, itens do Todoist para vencer e agendamentos de cafés que estão em fase de “vamos marcar”, mas vamos ver se concluo pelo menos os itens da lista nos próximos três meses.

E a sua listinha, qual é?

Compartilhe comigo aqui nos comentários! :)

Filme: Mogli, o Menino Lobo

Em 09.03.2016   Arquivado em Filmes e séries

É com muita emoção que venho atualizar este blog maravilhoso com uma notícia necessária, somente necessária: Mogli, o Menino Lobo, que foi o filme mais visto na minha infância (seguido por Rei Leão), chega aos cinemas no próximo mês com uma adaptação em filme. ~Ouié!~

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Inspirado no clássico da Disney de 1967, o estúdio de Piratas do Caribe manteve os personagens inconfundíveis do desenho, mas trouxe um toque de mistério, ação e tecnologia à história.

Balu, Bagheera e os outros bichos surgem agora em tamanhos e aparência realistas para a gente ter ainda mais vontade de abraçá-los, assim como Shere Kan e Kaa, que com a voz de Scarlett Johansson ficou ainda mais sedutora e aparentemente perigosa.

Confira o trailer:

E pra quem ainda não assistiu à versão em desenho, “o negócio é o seguinte, seus pimpolhos”:

Fiquem agora com o Rei Louie cantando “I wanna be like you”, que é sensacional:

Nota: suspeito que não, mas espero que mantenham as músicas no filme. Veremos!

Mogli, o Menino Lobo tem previsão de estreia para 14 de abril

As ilustrações da Pri

Em 17.02.2016   Arquivado em Arte, Ilustração

Quem já curte a página do blog no Facebook ou acessou o Movida por ideias essa semana viu que troquei a foto do perfil com uma ilustração mega fofinha. Pois bem, quero compartilhar com vocês um pouquinho sobre o trabalho da Pri, do Cadê o meu café?, que foi quem realizou esse trabalho.

Conheci a Pri virtualmente – porque pessoalmente nem nos conhecemos – há algum tempo, quando descobri as ilustrações que ela faz sobre o cotidiano com a personagem Cafeína. Sabe quando rola aquela identificação imediata? Vê se acontece com você:

Por que tanta burocracia, gente?

Por que tanta burocracia, gente?

...Ou de alguma girlband para adolescentes. :$

…Ou de alguma girlband para adolescentes. :$

E o que dizer das tarraxinhas de brincos?

E o que dizer das tarraxinhas de brincos?

Por que às vezes a gente precisa de um chazinho.

Por que às vezes a gente precisa de um chazinho.

Foi depois de ler tooodas as publicações desse tipo que curti a página e procurei o blog Cadê o meu café? para acompanhar as atualizações.

Eis que ela ficou com um tempinho livre no começo deste ano e abriu espaço para encomendas de ilustras, e eu me joguei. A Pri me ilustrou sozinha, e depois fez outra ilustra com o Rafa também. Só precisei enviar as fotos por e-mail, fazer um briefing basicão com os detalhes que queria – mas pode pular essa parte, se quiser – e em pouco tempo ela enviou o resultado. Olha que lindinhos:

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Recomendo fortemente que acessem o blog para conferir também os textos da Pri. Lá tem um pouco de tudo: desenhos, maquiagem, feminismo, bichinhos, comportamento e até um calendário diver para 2016 que eu já baixei e deixei no desktop.

Ah, e caso queira encomendar uma ilustra e saber mais sobre o trabalho da Pri, falei com ela através deste e-mail: pri@cadeomeucafe.com.

Agora fiquem com esse vídeo de Tutorial de desenho da Jout Jout que ela postou no canal semana passada! <3 Já quero tomar um chá motivacional e tentar.

Vida de freela: primeiras impressões

Em 16.02.2016   Arquivado em Vida de freela

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Faz pouco mais de um mês que acordei de manhã para meu primeiro dia oficial de Vida de Freela. Naquele dia, fiz um post com muito carinho contando sobre o início dessa nova experiência, que está aqui.

Pouco tempo passou e obviamente ainda não tenho muitas experiências para compartilhar, mas hoje quero dividir com vocês algumas das minhas primeiras impressões sobre esse novo modelo de trabalho.

1 – Home office e moleza não são sinônimos

Não que isso seja novidade, mas muita gente se ilude ao pensar que trabalhar em casa necessariamente trará a si toda a liberdade do mundo para ficar à toa. Você pode sim se sentir mais livre, fazer os próprios horários, cozinhar, estender um pouquinho a hora do almoço de vez em quando ou escolher o melhor momento para ir ao banco. Isso é bom, traz mais flexibilidade à rotina, mas lembre-se: você ainda tem um trabalho.

Toda essa historinha pra contar que, diante de tantas possibilidades, eu demorei um pouquinho para me sentir de fato livre dentro da minha nova rotina. E olha a ironia da vida: foi estabelecendo horários e mantendo o foco nos afazeres que consegui realmente me organizar.

A organização é que permite alguns momentos dessa tal “liberdade”, que é bem relativa. Pra uns, pode ser trabalhar de madrugada. Para outros, ficar de pijama o dia todo. Mas para todos, é poder ter tempo e autonomia para se dedicar aos seus projetos.

2 – Ser freela é coisa de gente grande

Meu copo dos Minions, o sono estendido de algumas manhãs e meu estojo roxinho com canetas coloridas não mudam o fato de que a formalização da Vida de Freela é coisa de adulto e exige o conhecimento de algumas burocracias e pesquisas na internet sobre coisas que a gente não costuma pensar antes de deixar o emprego convencional.

Já visitei o SEBRAE, por exemplo, pesquisei N métodos para precificação e dei um Google em “contrato de prestação de serviços”. Baixei vários modelos até construir um que se adequasse à minha realidade.

A questão aqui é: mesmo com vinte e poucos anos, vi que tenho muito que aprender ainda. E isso é bom!

3 – Não é o cofre do Tio Patinhas, mas dá pra se virar

Tem que ser bem ambicioso pra pensar em ganhar muuuita grana logo de início, mas sei que muita gente já sai da CLT com vários clientes cobrindo o salário do trabalho convencional. Não foi o meu caso, como devo ter citado no primeiro post do ano. Já tenho uma renda, mas não é do tamanho que eu tinha antes se for somar os benefícios concedidos.

Aí vem a boa notícia: eu não preciso de muito.

Calma lá, não quer dizer que não queira ganhar dinheiro! Mas a questão é que, ao levar a sério a planilha de gastos e realmente anotar todas as despesas, você descobre que dá pra cortar muita coisa sem abrir mão do básico.

Pra começo dessa nova trajetória, tudo certo com meu porquinho.

4 – Um espaço adequado é essencial

Não precisa ser um escritório de Pinterest, mas é super importante ter um lugar preparado especialmente para o trabalho. Eu, por exemplo, tenho trabalhado alguns dias por semana na mesa da cozinha. O espaço é grande, a vista é bonita, mas as distrações vão da geladeira cheia à pia de louça, que no passado eu deixava acumular mais antes de atacar com sabão e esponja.

Felizmente trabalho nos outros dias úteis em uma mesa do escritório do boy, e já estou planejando meu home office. Enquanto o “escritório de Pinterest” não é realidade, compartilho algumas inspirações aqui, porque né?! É muita ideia criativa!

5 – Ansiedade à prova de contar carneirinhos

Sim, o início da Vida de Freela parece uma aventura. Expectativas, frios na barriga, descobertas, medos e uma mistura de tantos outros sentimentos. Talvez não seja assim pra todo mundo, mas como já sou naturalmente ansiosa, esse período tem sido de picos de nervosismo, empolgação e receio, tudo ao mesmo tempo.

Agora, junta essa ansiedade marota com meu pico criativo, que é à noite, e pronto. Ainda estou tentando descobrir como voltar a dormir em dois minutos depois de deitar.

6 – Processo de autoconhecimento

Com uma nova experiência a cada dia, você adquire não só conhecimento sobre as coisas que envolvem os seus serviços, como também sobre si. Um deles é a força interior que tem.

Cada pessoa é de um jeito. Para alguns, trabalhar um mês e pouco de freela é um sonho de liberdade e eu estou sendo profunda demais para descrever essa situação, mas pra mim, foi um grande passo, e até agora estou me adaptando às mudanças. Quem me conhece sabe que minha coragem não é a do tipo “nada pode me deter”, mas a do “vou com medo mesmo”.

7 – Movida por desafios

Eu ainda quero fazer um post com uma baita conclusão positiva sobre essa experiência, mas por enquanto vou me limitar a finalizar esse texto dizendo que o início da Vida de Freela e de um novo negócio traz alguns desafios, e até agora consegui lidar bem com todos eles, portanto pra mim tem valido a pena.

Não quero levantar a bandeira do “saia do seu emprego e vá vender sua arte na praia”. Tem gente que larga tudo e é feliz se entregando ao que ama fazer, e tem quem quebre a cara também. Há ainda quem deseje um futuro de sucesso dentro da companhia onde trabalha, ou quem encontre realização em seu emprego simples e sem muitos rendimentos. “Cadum cadum”.

Acontece que meus projetos de vida envolviam novas escolhas. E um livro que li lá na minha infância chamado “Quem mexeu no meu queijo” me ensinou: a gente só chega lá, se tiver a iniciativa de sair do lugar. Não dá pra chegar até o meu queijo se ficar apenas sentindo o cheirinho de longe, não é mesmo?

Alguém se identifica? Me conta aí! :)

[Foto do Instagram: @thaysaapereira]

16 resoluções para 2016

Em 02.02.2016   Arquivado em Dicas

As expectativas são sempre altas quando um novo ano começa. Cada um tem seus planos e sonhos que deseja realizar, mas de uma coisa é certa: estas resoluções são unânimes para que 2016 seja diferente! Afinal, se a gente não mudar, o ano não mudará sozinho, certo? Então vamos lá, antes tarde do que nunca, às dicas para um ano mais feliz:

BLOG2016

Cultivar hábitos saudáveis

Se você treina seis dias por semana, faz seis refeições diárias e “foco, força e fé” é seu lema, tudo bem. Mas se você reconhece que não gosta de musculação, adora um chocolatinho e não é encanada com a celulite, tudo bem também!

Cultivar hábitos saudáveis é respeitar a sua fome, se alimentar de forma consciente, mas sem radicalizar, e fazer algo que realmente goste para se exercitar. Pode ser uma luta, caminhada, patins, pilates, o que for. Faça por você, pela sua saúde física e para se sentir melhor, não por uma obrigação. Além disso, pense realmente no que te faz bem: dormir melhor, descurtir páginas com notícias tristes e parar de segurar o número dois, por exemplo, também são opções que fazem bem a saúde!

Dica: acompanhe as dicas da Sophie Deram, nutricionista, doutora em Endocrinologia, pesquisadora e avessa a dietas.

Usar as peneiras

Não sei vocês, mas eu falo coisas desnecessárias às vezes. Ou necessárias, mas de uma forma ruim. Tem críticas, comentários e assuntos aleatórios que a gente expõe sem usar as peneirinhas antes: é necessário? É verdadeiro? Vai contribuir positivamente? Senão, talvez seja melhor dar uma respiradinha marota e continuar em silêncio.

Usar o filtro

Aí você não bebe água diretamente da torneira porque pode não estar muito potável, mas mantém contato com pessoas ruins, acessa páginas que publicam três tragédias por hora, assiste a programas de TV que nem gosta e dá ouvidos a críticas que não contribuem para nada. Por quê? O conselho da vez é: selecione! Você não é obrigada a nada e a vida é muito curta para intoxicá-la com o que não faz bem.

O canal da Flavia Melissa traz reflexões super relevantes sobre essas resoluções relacionadas ao que somos e queremos transmitir.

Gastar menos, guardar mais

Muita gente se acostuma a gastar 100% do que ganha, mas a gente muitas vezes pode se virar com menos que isso. Que tal listar no papel (ou aplicativo, planilha e outros recursos tecnológicos pra quem acha papel muito anos 80) os seus gastos, riscar o que não é necessário, e realmente se dedicar a guardar uns troquinhos por mês?

Vale tentar o desafio das 52 semanas também, que pode ser um incentivo para quem teme esquecer de separar uma quantia mensal, já que é menos frequente. Dá um Google que cê vai gostar! ;)

Consumir com inteligência

Aproveite um tempinho livre para analisar suas roupas, acessórios, maquiagem, livros e outros pertences, e perceber qual o seu estilo, o que realmente consome, o que mais se repete em suas fotos. A partir dessa análise rápida, será mais fácil investir em coisas que realmente combinem com o que você já tem, sejam versáteis e tenham qualidade. Na maioria das vezes, três itens do fast fashion não compensam aquela jaqueta que você sofreu para decidir comprar, mas está ao seu lado há cinco anos sem sequer um furinho.

Comer mais em casa

Ainda sobre consumir, que tal trocar o turismo pelos restaurantes por algumas refeições em casa? Não precisa ser Master Chef para isso dar certo. Compre uma massa fresca e prepare com o boy um macarrão com molhinho caseiro de tomate e manjericão, chame as amigas para um encontrinho em casa e combine de cada uma levar um lanchinho ao estilo piquenique, ou mesmo troque aquele sorvete de dois litros de todo domingo por uma salada de frutas de vez em quando. Essas ideias poupam dinheiro e trazem mais saúde, afinal, quanto mais natural o alimento, mais livre de toxinas, conservantes e outras besteiricas.

Investir em si mesma

Não abra mão de fazer exames periódicos, se inscrever em cursos e workshops que possam agregar conhecimento e te conectar a novas amizades e contatos de trabalho, pesquisar sobre formas de realizar a viagem que tanto deseja. Dinheiro, tempo e dedicação investidos em você sempre terão um retorno positivo.

Aprender algo que sempre quis

Claro que cursos profissionalizantes e palestras são importantes, mas desafie-se a aprender algo que não tenha a ver necessariamente com sua carreira. Violão, aquarela, tango, capoeira, preparação de sushi… Seja lá o que for, faça mais do que te faz feliz!

Marcar mesmo o “vamos marcar?”

Não há correria que justifique ver os amigos duas ou três vezes ao ano. Falo por mim e admito, sou desnaturada. Acontece que o tempo passa, e muitas vezes aquela tarde de domingo com cinco horas de sono poderia ser trocada por um café com cuca com a amiga de infância. Eu sei, somos acomodadas, é difícil, mas se disponha a encontrar os amigos mais vezes.

Ver a luz do dia

Ninguém aqui é vampiro, mas vamos combinar que está faltando Vitamina D, minha gente! Nem estou falando em deitar na esteira e pôr o óleo bronzeador para trabalhar, mas vale a pena tomar café na sacada antes do trabalho, dar uma caminhadinha após o almoço ou depois do expediente, ou mesmo trocar o shopping pela praça de vez em quando. Quantas dias bonitos você contemplará somente do lado de dentro da janela?

Maneirar nas autocríticas

Você fala com suas amigas como fala consigo mesma na frente do espelho? Provavelmente não, né?! Pegue leve! Abrace suas características físicas, reconheça seus esforços, se puna menos pelas falhas. Dar o melhor de si é legal, mas lembre que você não precisa ser perfeita em tudo. Uma festa de formatura, por exemplo, é muito mais do que como aquele vestido veste o seu quadril!

Parar de deixar tudo pra amanhã

Desafio grande esse, né?! Mas é agonizante fazer todas as tarefas com um prazo apertado. Tenha uma agenda física, baixe o Todoist, organize-se, e vamos maneirar na procrastinação.

Tem um vídeo da Jout Jout sobre pequenas coisas que a gente deixa pra depois, que poderá te motivar a parar de fazer isso. Ele já me deu um puxão de orelha do bem.

Concretizar aquele sonho que te empolga e dá medo ao mesmo tempo

Um workshop para vinte pessoas, uma viagem de dez horas de avião, trocar o emprego por um pequeno negócio, se inscrever no Enem para aquela graduação que sempre quis fazer. Seja lá qual for esse sonho, não subestime sua capacidade. Se der medo, vai com medo mesmo!

Ter uma rotina e quebrá-la de vez em quando

Mesmo quem trabalha em home office precisa estabelecer horários para ter mais produtividade e não comprometer o sono, a alimentação e outras atividades do dia. Ter rotina é importante e não há nada de errado em ter um momento para cada tarefa. O problema é quando essa agenda, em vez de ajudar, prende.

Precisa mesmo ir pra academia dez horas da noite se você está resfriada e teve um dia difícil? Tem certeza que o pedaço de bolo da colega de trabalho aniversariante vai comprometer a boa alimentação da semana toda? Desencana!

Largar o celular um pouquinho

Poxa vida, até no banheiro, migs? As notificações das redes sociais, os e-mails e as playlists do Spotify não vão desaparecer em algumas horas. Pelo menos durante as refeições, na roda de conversa com a família ou os amigos ou quando estiver pronta para dormir, deixe o celular um pouco de lado! Ele não vai fugir, mas o tempo passa.

Priorizar momentos em família

Por falar em tempo, todo mundo se comoveu com o comercial alemão que mostrou um vovô passando vários Natais sozinho. Mas será que você visita ou pelo menos liga com frequência para sua família? Nem me refiro a tios e primos, mas seus pais, irmãos e avós precisam ser prioridades. As pessoas que mais amamos e que mais nos amam, às vezes, são as que menos recebem a nossa atenção. Vamos mudar isso neste ano?

Espero que tenha gostado das resoluções. Elas são conselhos que servem pra mim também! Se tiver outra meta que valha a pena acrescentar para ter um ano mais leve e feliz, compartilhe comigo nos comentários!

#TheFabulousProject: desafio fotográfico

Em 01.02.2016   Arquivado em Projetos

Depois de baixar o maravilindo aplicativo do blog Sernaiotto, descobri que estava rolando The Fabulous Project, um desafio fotográfico bacanudo para quem queria movimentar o Instagram com fotos fofinhas e cheias de significado.

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Eu não publiquei as 31 fotos porque peguei o barco andando e fiquei sem inspiração/material em alguns dias, mas o interessante de participar do projeto é realmente se basear nas ideias e postar por prazer, não por obrigação, não é mesmo?

Então seguem as minhas publicações de janeiro:

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5 – “Eu fiz isso”: sobre os passeios que fiz em 2015, que deixaram o ano mais leve e divertido e me ajudaram a lidar com o medo de viajar de carro.

6 – “Bichinhos”: a Lolita emprestou o estilo dela pra fazer esse registro.

7 – “Eu acredito”: um pôr do sol lindo de Canela – RS com um trecho da música “Oceans”, pra representar a minha fé.

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8 – “Gratidão”: eu e minha sobrinha tivemos uma tarde só nossa de cinema. Tirei esta foto fofinha e aproveitei para agradecer pela vida dela.

9 – “Amor próprio”: foto de biquíni sem mostrar “as coisas”. Mas tá valendo, né? “Vi que o espelho é só um vidro, fiz as pazes com as roupas de verão. Entendi que a comparação não é inteligente. Decidi não dar ouvidos. E então vi beleza aqui, sobretudo por dentro.”

10 – “O que vesti”: o look basicão que mais gosto de usar: camiseta, calça jeans e coturno.

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11 – “BFF”: não que haja uma só, mas publiquei uma tirinha de Dilemas da Ivana com aquela clássica cena de quem não vê a miga faz tempo e marquei a Didi, uma pessoa muito especial pra mim.

12 – “Mãos”: voltando a praticar violão, ainda com as unhas compridas.

14 – “Queria de novo”: uma foto que adoro; eu e a minha prima Julia em nosso primeiro final de semana de hospedagem da Amira, intercambista da Bélgica. Clique aqui para saber mais sobre nossa vida de host.

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15 – “O que ouvi”: poderia tirar foto do Spotify, mas já que rolou Sommesfest aqui na cidade, compartilhei um pouquinho do bailão em vídeo. Clique aqui para assistir.

16 – “O que comi”: sobremesa descomplicada e gostosinha de frutas, sorvete e calda de chocolate.

17 – “Inspiração”: mamis sendo linda com os netinhos. Todos amam essa dodó!

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18 – “Hoje eu”: lembrei, de um jeito triste, que a vida é mesmo coisa muito frágil, ao receber a notícia do falecimento de uma menina muito querida. Sofri muito por sua família.

19 – “O que gosto em mim”: minha dedicação às pessoas que amo, as ideias e inspirações que me movem, o otimismo, a vontade de aprender e atitude, ao ter medo, de colocá-lo debaixo do braço e seguir em frente.

20 – “Cores”: um #tbt do Tapete Mosaico que fizemos para a primeira edição do TEDx Blumenau, no ano passado. Esse ano tem de novo! Na torcida para estar na plateia.

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21 – “Meu sonho”: depois do dia 18 passei a ver muita coisa por uma perspectiva diferente e percebi que, na verdade, meu maior sonho é ver minha família feliz, saudável e perto de mim. Ser realizada profissionalmente, viajar e outros objetivos são válidos, mas pequenos perto desse desejo.

24 – “Plantinha”: achei uma lindeza essa rosa com listras que minha tia cultiva no quintal. <3

25 – “Por onde andei”: adoro essa foto que tirei no Costão do Santinho, em Floripa.

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27 – “Sorriso”: essa foto é espontânea e bem divertida, não sei por que ainda não havia postado. Aconteceu que o ursinho do Mini Mundo, de Gramado, estava querendo furar o olho do Rafa e de outros mocinhos. Como diria meu sobrinho, “ai ai ai!”

28 – “Amo demais”: já teve foto de família, do namorado, de passeios… Restou um diazinho pra falar do meu amor por aí com frutinhas e granola. Quem também gosta?

29 – “Motivação”: “não deixe seus medos decidirem por você” é um dos meus lemas, imprimi e colei esse incentivo no mural do quarto e desde então procuro segui-lo. Obrigada pelo trabalho inspirador, Coisas boas acontecem!

E foi isso! Pra quem não atualiza o Instagram toda semana, publicar 21 fotos em um mês foi mesmo um desafio. Agora em fevereiro vou retomar o fôlego e regarregar a galeria, mas caso você deseje participar, habemus The Fabulous Project com nova lista! Confira aqui no blog da Lominha.

Ah! Meu Instagram é @thaysaapereira. Me siga lá! :)

Movida por aí: Guarda do Embaú

Em 20.01.2016   Arquivado em Movida por aí

Nem mesmo a fama das ondas, a divulgação das pousadas charmosas e o visual diferente da Guarda transformaram a praia em uma muvuca de verão, ainda que receba cada vez mais turistas nessa época.

Ainda muito preservada, quem escolhe a Guarda do Embaú para passar o dia, o final de semana ou as férias, encontra uma vila pequena de moradores, várias opções de barzinhos, casas de suco e açaí, faixa de areia limpa e trilhas de mata nativa que revelam vistas incríveis.

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Desde a primeira vez que estive na Guarda, gostei muito do clima leve e bem próximo à natureza, mas foi no final de 2015 que, em uma das trilhas, o boy me apresentou uma parte maravilhosa da região que tinha visto somente por fotos.

Como os dias anteriores foram chuvosos, escolhemos um caminho curto, sem muita lama e mata fechada. Em poucos minutos chegamos ao topo da montanha que divide uma prainha da outra.

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De lá, dá pra ver a parte mais movimentada da Guarda de um lado (como na primeira foto), e de outro uma paisagem com mar agitado, piscinas naturais, pedras e muito menos banhistas, já que só entre as pedras rola tomar banho com segurança. Em um ponto mais distante da vista, vê-se outra prainha que envolve a montanha, essa sim, com uma pequena faixa de areia e a presença de alguns surfistas.

Como o acesso até lá é mais longo e difícil, vimos só de longe a movimentação, enquanto tiramos fotos lindas da paisagem. São 360° de belezas naturais para apreciar e clicar.

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Quem curte muito agito no verão, provavelmente preferiria um lugar com mais opções de bares e baladinhas para ir à noite. Mas se a intenção é calmaria, contato com a natureza e um ambiente de preservação, recomendo muito o passeio. As fotos não fazem jus à beleza da praia, mas espero ter mostrado um pouquinho de tudo que vimos durante a trilha.

A Guarda do Embaú fica na cidade de Palhoça, a poucos quilômetros da capital de Santa Catarina, Florianópolis. De lá você leva lembranças gostosas, momentos bons e muitas fotos. Aproveite para levar também o seu lixinho e deixar flores, conchas e outras belezuras exatamente onde estão. Combinado? ;)

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Força, equilíbrio e amor.

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Bônus: usem filtro solar! Rolou um sapecão duplo e eu e o Rafa passamos a última semana do ano trabalhados na cor Rosa Calamed.

2016, um ano realmente novo

Em 04.01.2016   Arquivado em Cartinhas

Férias, verão, clima de virada, contagem regressiva, fogos e abraços. E que filme passa na cabeça! Às vezes sobre o ano que passou, mas os próximos dias são os que mais fazem parte do roteiro no mundo das ideias.

E eis que tudo se faz novo. Metas escritas em um papel e 366 dias para cumpri-las. Dias esses que são folhas em branco de um livro que a gente escreve. E mesmo grata por tudo o que escrevi em 2015 e nos anos anteriores, neste ano resolvi contar uma história diferente.

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Nos últimos três anos, trabalhei em um lugar que me proporcionou muito aprendizado, novas experiências e me fez escolher a comunicação em mídias digitais como área de atuação. Foi nesse ambiente incrível, que também tive a liberdade de usar meus conhecimentos adquiridos no curso de Design, e essa interdisciplinaridade me abriu a cabeça para as várias possibilidades que Design e Comunicação oferecem. Finalmente encontrei meu espaço no universo criativo.

Eis que com a minha pequena bagagem de conhecimento e vivências marcantes, resolvi iniciar um novo ciclo. Mas eu não peguei minhas coisas e “fui embora”. Conversei muito com minha família, namorado e amigos, que me deram informações e doses enormes de coragem e amor; pesquisei, busquei novas oportunidades, guardei dinheiro, planejei financeiramente o novo começo e o fundo para possíveis perrengues, e aí sim, aconteceu a rescisão.

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Agora estou dando os primeiros passos, oficialmente como freela, nômade digital, microempreendedora individual ou o que mais pudermos chamar.

É claro que essa escolha é difícil e tudo é muito novo. Mesmo quem gosta de mudanças sente medo de sair da zona de conforto, mas penso que esse é o momento de sonhar com os pés no chão, concretizando as ideias que já estavam há um tempo no coração e no papel.

O que posso dizer é que encontrei o que amo fazer, quando o assunto é trabalho. E é importante lembrar que amo fazer tantas outras coisas, mas é preciso ter a consciência e a sensibilidade de saber que nem toda atividade que a gente gosta precisa virar fonte de renda. Transformar hobby em negócio é muito bacana, mas ter hobbies além do trabalho também!

Estou empolgada sim, mas consciente dos desafios que precisarei enfrentar. Vai dar medo, mas vou com medo mesmo, e bastante esperança e foco. A certeza é de que não será um mar de rosas. Ou talvez será, com alguns espinhos. Mas eu, otimista que sou, prefiro trilhar esse caminho olhando apenas para a parte mais bonita das flores.

Me desejem/enviem jobs!

[Imagens: Geração de Valor | Arquivo pessoal do boy]

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