Vida de host: segunda semana

Em 28.09.2015   Arquivado em Vida de host

segundasemana

Depois de um final de semana agitado, a segunda semana começou bem diferente. Com a chegada da prima, a Amira passou bastante tempo com ela em um dos shoppings da cidade, e as meninas aproveitaram o bom tempo da semana para conhecer Balneário Camboriú, uma cidade com praia relativamente perto de Blumenau.

Aqui em casa ela ficou bem à vontade, na verdade acabou chegando tarde todos os dias por conta dos passeios, por isso não conversamos muito, mas tudo correu bem. Um ponto alto da semana foi ela ter provado sopa de feijão. Costumo comer o caldo com farinha às vezes, ela me seguiu nesse prato “estranho” e gostou bastante. Já pode cantar Aquarela do Brasil que tá em casa!

Não fizemos muitos registros do final de semana, mas levamos a Amira para conhecer Ilhota, uma cidade próxima conhecida nacionalmente como capital dos biquínis e lingeries. O passeio foi bem agradável e divertido. A gente riu com as diferenças culturais, porque o que no Brasil classificamos como “calcinha grande”, para ela não estava tampando o suficiente. Mas no fim, ela comprou as peças separadas e formou um par bonito, e agora estamos esperando o tempo mudar para ver vai dar praia nos próximos finais de semana.

Sábado à noite a Belisa, que hospeda a Hind, nos convidou para a “Brazilian night”. Comemos empadão de frango que os amigos dela prepararam, sorvete e alguns doces brasileiros, como paçoca, “teta de nega”, pé-de-moleque e cocada. Tentamos apresentar a famosa caipirinha, mas as meninas avisaram que não ingerem bebida alcóolica, e ficaram no suco mesmo.

Não mencionei no resumão, mas na primeira semana eu e a Amira conversamos sobre o casamento marroquino. Na casa da Belisa, voltamos a tocar no assunto, agora com contribuições da Hind, que mora em Tânger e sabe muito bem como funciona a cerimônia. São dias de festividades e rituais bem diferentes do que costumamos assistir. Por falar em prestigiar casamentos, lá no Marrocos, se você conhece algum familiar ou amigo dos noivos, ou mesmo se fica sabendo sobre a ocasião, está automaticamente convidado. Ou seja: quando formos pra lá, as meninas querem muito que a gente vá a alguma festa para ver de perto os costumes. Incrível, né?!

Encontrei um vídeo só para vocês verem que festerê maravilhoso!

Hoje, a maioria dos casamentos no Marrocos e em alguns países de cultura árabe não são mais negociações. Segundo a Hind, as pessoas casam por amor, e as mulheres têm liberdade para escolher seus pretendentes. Ufa!

O domingo foi chuvoso e a Hind veio aqui para elas conversarem sobre o projeto que estão desenvolvendo para o Lar Bethel. A gente (eu, mãe, Rafa) ficou domingando como sempre: mantinha, TV e muita comida.

Beijo procê e força na peruca que a semana tá só começando!

[Crédito da foto: Belisa]

Vida de host: primeira semana

Em 21.09.2015   Arquivado em Vida de host

Partiu* continuar a série de posts sobre host family! Depois de comentar sobre as primeiras impressões, vim contar sobre a nossa primeira semana.

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No segundo dia da Amira aqui em casa, domingo, dedicamos a tarde a mostrar alguns pontos da cidade: Bierganten, Rua das Palmeiras, Castelinho da Moellmann, Prefeitura Municipal de Blumenau, Portal da Saxônia e Parque Ramiro Ruediger. Fomos eu, Amira, Rafa (namorado) e Ju (prima). O dia estava lindo e o passeio foi bacana pra gente quebrar o gelo e apresentar a cidade.

No Parque Ramiro, a Amira tomou água de coco natural pela primeira vez e comeu churros com doce de leite. Amooou os dois! Ela disse que em Bruxelas encontra apenas a versão de caixinha da água, e o gosto é bem diferente.

A semana seguiu tranquila e a adaptação aqui em casa aconteceu de forma bem natural. A Amira gostou das comidas, conheceu a nossa rotina e ficou à vontade conforme os dias foram passando. A dor de cabeça foi em relação à mobilidade: em alguns dias, ela se perdeu porque a cidade não tem boa sinalização dos terminais e pontos de ônibus. Uma solução que encontramos foi imprimir um mapa simples da cidade, inserir legenda com os números e nomes dos ônibus e incluir fotos dos terminais urbanos nesse guia (acreditam que só está escrito o nome do terminal no telhado?).

Passados os primeiros sustos, ela ficou expert em relação ao transporte e disse que começou a ter a sensação de morar aqui. Nada como alguns dias para absorver as mudanças!

Durante a semana ela conheceu outros alimentos também: cuca, açaí, castanha e a panqueca de banana da Dona Zilma (mãe), que ela até anotou a receita de tanto que gostou. Comemos quase todos os dias de manhã. Até agora, aliás, ela gostou de tudo que experimentou, exceto molho de mostarda, o que é perfeitamente compreensível porque o gosto é bem diferente.

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O final de semana teve chegada da Hind, prima da Amira que veio do Marrocos para fazer o mesmo intercâmbio pela AIESEC, tarde de Just Dance e Colmeia, evento cultural da cidade. Como o Rafa conhecia a menina que hospedaria a Hind, aproveitamos a ocasião para reuni-las e mostrar um pouquinho de cultura brasileira com arte, apresentações de dança, maracatu, roda de samba e por fim, um petiscão na choperia Thapyoka.

Ah! Mas antes de sairmos, ela conheceu meu irmão, a esposa e os meus sobrinhos fofos, e foi oficialmente apresentada à maionese com farofa, pão francês “dontê” (também conhecido como dormido, amanhecido ou de ontem) aquecido na churrasqueira – acreditem, ela amou isso – e rabanada.

Como será a segunda semana?

*”Partiu” foi um dos jeitos que a gente encontrou pra traduzir “let’s go”, porque falar “vamos lá” ou “vamos” não tinha o mesmo efeito.

Vida de host: primeiras impressões

Em 19.09.2015   Arquivado em Vida de host

Como contei no post anterior, eu e minha mãe nos inscrevemos como hosts no programa de intercâmbio da AIESEC e recebemos uma menina da Bélgica no dia 12 de setembro.

No momento de inscrição, nosso único requisito foi que viesse uma intercambista menina, já que moramos sozinhas e isso para nós seria mais confortável. Inicialmente, pensávamos em alguém que falasse espanhol, pois minha mãe não fala inglês e eu, apesar de ter estudado o idioma, não tinha intimidade com o “conversation”. Mas quando a AIESEC nos apresentou a possibilidade de hospedar a Amira, topamos a ideia mesmo sabendo que a comunicação seria um desafio maior.

Para “quebrar o gelo” e autoavaliar meu embromation, a Fê do AIESEC me passou o contato do Facebook da Amira, mas antes mesmo de eu puxar assunto ela já me adicionou e se apresentou. Esse começo foi bem bacana: cada uma falou um pouquinho sobre si, ela pode me fazer perguntas sobre o tempo e outras coisas que influenciariam na bagagem, e eu pude acompanhar todo o passo a passo da viagem (foram 30 horas!).

As meninas do AIESEC se encarregaram de pegar a Amira na rodoviária da cidade e levá-la até lá em casa. Quando chegaram, achei que seria uma situação bem estranha. Como ficamos bobos quando saímos da zona de conforto!

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As primeiras impressões desmancharam um montão de inseguranças e tabus que tínhamos:

Comunicação

Escrevo em inglês muito melhor do que falo, mas entendo mais do que imaginava. Sentamos eu, minha mãe, o Rafa (namorado) e a Ju (prima) na mesa da cozinha, e a Amira desatou a contar a viagem toda e ensinar algumas palavras em francês para nós – sua primeira língua. Aí percebemos duas coisas: francês e português têm muitas palavras em comum, e minha mãe tem a dicção melhor que a nossa para aprender o idioma do “merci”.

Personalidade

Sou o tipo de pessoa que se preocupa em agradar e se importa muito com a opinião dos outros, então a possibilidade da Amira ser fechada, tímida e séria me assustava. Que nada! Ela fala pra caramba, já chegou abraçando e conhecendo os cômodos da casa sem cerimônia. Ela é assim: simplona, gente como a gente. Exemplos de ouro: ela derramou chá na pessoa do lado sem querer quando estava no avião, e esbarrou no móvel do corredor várias vezes até se acostumar com ele. “Ok, I’m fine!” ela falava de lá entre uma risadinha e outra.

Hábitos

Você hospeda alguém achando que vai mudar toda sua rotina, mas na verdade, a pessoa que vem geralmente está disposta a viver a sua realidade, e isso ficou bem claro nas primeiras horas de hospedagem. No nosso caso, a Amira acorda e vai dormir mais ou menos no mesmo horário, come as mesmas coisas e inclusive ajuda em pequenas tarefas da casa, revezando a louça comigo, por exemplo.

Assunto

Sabe aquela sensação de que você e a intercambista ficarão sem assunto e com cara de paisagem, porque você PENSA que não tem nada de interessante a dizer? Outra besteira. Tudo que contava sobre nós na primeira conversa com a Amira – hábitos, lugares da cidade, família – ela achava realmente interessante.

É como disse acima, nada como esse contato inicial para descontruir muros e construir pontes. Nossas primeiras impressões foram melhores que as expectativas, e já estamos morando juntas há um mês.

Vou dedicar os próximos posts para falar sobre os lugares que visitamos, diferenças culturais e outras coisas que temos aprendido com a experiência. Acompanhe! :D

Playlist da semana

Em 17.09.2015   Arquivado em Música

Estava empolgada para o post de hoje! Assim que tive um tempinho (demorou), vim aqui compartilhar uma descoberta recente: o eletroswing. Trata-se de um gênero musical que combina o vintage e o moderno misturando músicas com aquela pegada jazz que você ouvia em desenhos animados (saudades) com batidinhas atuais, como house e hip hop.

Como fã de Mogli, já tinha uma fixação pelo jazz como trilha sonora de filmes (ouço em alguns bares também, mas não costumo procurar). Também já ouvi os sons do Parov Stelar por indicação de um grande amigo, mas sem saber classificar o estilo. Eis que, passando um feriadão em Curitiba, fui a um bar muito simpático chamado Cú de Fora (!) e descobri que esse ritmo super descontraído e dançante tem nome, hihi.

Preciso dizer também que o eletroswing e o Cú de Fora ganharam meu amor quando apresentaram esse vídeo, por razões autoexplicativas:

Fiz uma mini playlist com alguns swings disponíveis no Spotify.Arraste os móveis e faça um bailinho em casa!

Já conhecia esse estilo de música? Eu fico aqui batendo os pezinhos e dançando ao estilo Ginger Roger cada vez que ouço.

Vida de host: a inscrição

Em 14.09.2015   Arquivado em Vida de host
Vista aérea da Catedral São Paulo Apóstolo, Blumenau - SC

Vista aérea da Catedral São Paulo Apóstolo, Blumenau – SC

Não pulo sete ondinhas, nem como lentilhas, mas tenho alguns rituais para a virada do ano, como comprar uma agenda nova e fazer uma lista com as minhas metas para os próximos doze meses. Assim fiz no início de 2015, mas não imaginava que, antes do Natal, teria concretizado tantas metas e ainda vivido outras experiências transformadoras.

Um desses “improvisos” do ano foi a decisão que tive junto com minha mãe de hospedar uma intercambista. A ideia foi dela, que pensou em ceder um dos quartos da casa a alguém que pudesse se beneficiar e ao mesmo tempo nos ensinar sobre uma cultura diferente. Queríamos um temperinho na rotina, mas não sabíamos onde encontrar. Foi aí que a Fê, uma menina com que estudei, compartilhou em seu Facebook um post sobre a AIESEC, organização da qual é voluntária. Acessei o site indicado na publicação e “plim”: estava ali o nosso próximo passo.nota

Achamos que seria mais burocrático e demorado o processo, mas a inscrição foi muito simples: preenchemos o formulário online, conversamos com uma das voluntárias por telefone e em poucas semanas já tínhamos o nome e a data da nossa primeira hóspede: Amira, da Bélgica, chegaria no dia 12 de setembro.passoapasso

Quanta ansiedade! Deixamos o “quarto da bagunça” limpinho e decorado, mamis fez uma cortina nova e até baixamos o Duolingo para praticar o inglês, pois sabíamos que além do francês nativo, a Amira tinha um bom conhecimento da língua. Nada disso, obviamente, foi exigência da AIESEC. Os requisitos para hospedar são bem simples, na verdade.requisitos

Continuando o tópico sobre idioma, nunca havia convivido com alguém que não falasse português, e minha mãe começou a aprender inglês há poucas semanas, com ajuda do aplicativo. A comunicação era nossa maior preocupação, com certeza. E balela: como contarei em outros posts, estamos tirando de letra, inclusive a Amira com o português improvisado.

Quero dedicar os próximos posts o assunto “vida de host”, porque encontrei poucos conteúdos sobre intercâmbio do ponto de vista de quem hospeda e achei que seria legal compartilhar a experiência. Vou falar sobre primeiras impressões, comunicação, adaptação, apresentação da cidade, diferenças culturais e muitos outros temas bacanas que forem surgindo ao longo das semanas. A Amira ficará conosco até final de outubro e é super espontânea, atrapalhada e divertida, então acho que terei muita história pra contar!

Dúvidas, sugestões de assuntos e outros recadinhos: deixe nos comentários, envie para contato@movidaporideias.com.br ou escreva pra mim na página do Facebook /movidaporideias.

Foto: Kako Waldrich.

Eu divago, tu divaga, ela divag… Olha que lindo o pôr do sol!

Em 08.09.2015   Arquivado em Comportamento

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Eu devo pensar em situações imaginárias com a mesma frequência que a minha sobrinha, de cinco anos. Aliás, ela vai fazer seis no mês que vem. Como o tempo passa rápido, né?! Mas vamos voltar à sequência que esse texto deveria ter, se eu não fosse distraída.

Tenho uma agenda física com listas super organizadas, cumpro meu cronograma de trabalho, sempre me lembro de datas e eventos importantes e consigo manter o foco se o que estiver fazendo for interessante. Mas se a atividade for corriqueira e eu estiver no piloto automático, devaneio.

Houve um tempo em que estava no cinema, em casa, no trânsito e, quando me dava conta, estava em pânico por numa situação trágica que acontecia na minha cabeça. Ora achava que essa situação hipotética aparecia do nada, ora pensava na possibilidade de ser um mau pressentimento, mas depois eu descobri que meus medos eram gatilhos para que essas cenas horríveis acontecessem na minha cabeça, e que era possível pará-las.

Parar pensamentos trágicos: check. Mas ainda há tantos outros devaneios para riscar da minha lista! (Ou não preciso?) Me arrumo em frente ao espelho tendo uma conversa divertida com Pharrell Williams. Demonstro empolgação ao escrever um e-mail para uma oportunidade profissional incrível enquanto, na verdade, estou segurando uma xícara de café no lugar do celular ou de outro objeto que me possibilitaria essa atividade. E uau, quantas vezes tive discussões profundas sobre coisas que nunca me chatearam na vida real!

Eu devaneio, falo sozinha, me distraio e me transporto pra outros lugares sem tirar os pés do chão. Deve ser característica comum em pessoas criativas e extremamente ansiosas. Ou será que é exclusividade minha subir nesse balão? Nossa, fui longe com essa do balão. Estava pensando no air balloon da Lily Allen, mas me lembrei que a música do Balão Mágico também se encaixa nessa referência. Ó, divaguei aqui de novo.

Eu devo pensar em situações imaginárias com a mesma frequência que a minha sobrinha, de cinco anos. A diferença entre nós é que ela usa seus sonhos e aventuras mirabolantes da cabeça para inspirar suas brincadeiras, ações e até conversas do dia a dia, como quando ela iniciou uma discussão realmente séria sobre o que poderia fazer para ficar famosa, e seguiu com a expressão do rosto determinada dando uma entrevista, enquanto segurava o microfone de shampoo como se fosse a coisa mais natural do mundo. E era.

A gente pode divagar, imaginar, se distrair, devanear, procrastinar, se isso não interferir nas atividades do dia a dia. O que acho mais grave é deixar de fazer isso e se concentrar o tempo todo no aqui, no agora, no real, nas estatísticas, nas listas do que fazer. As metas não parecem mais próximas do alcance quando temos essas visualizações em nossa mente? Veja bem, não estou falando em se concentrar e aproveitar o presente. Me refiro a pôr os pés no chão e o pensamento adiante, ou mesmo nas nuvens, mas sem desancorar.

Quero continuar devaneando pra caramba, se isso me fizer tão criativa quanto a minha sobrinha. Ia escrever outra coisa no lugar de caramba. Um palavrão que ouvi bastante em uma reunião incrível que tive no começo da semana. Ela rima com baralho, mas eu realmente tenho um certo bloqueio de usar palavras assim. Já falei que eu troco “palavras feias” por outras similares como a rima acima? Aliás, já falei que divago bastante?

Bônus: Adorei o texto da Marcella para o Chata de Galocha. Ela falou justamente sobre imaginação fértil.

[Imagem: Pexels]

Happy Blog Day!

Em 01.09.2015   Arquivado em Blog Day

Ontem, dia 31 de agosto, foi o Blog Day, uma data comemorativa que visa promover a interação entre blogueiros, propondo que cada um divulgue alguns blogs que acompanha.

Para comemorar o dia, antes tarde do que mais tarde, resolvi participar de uma iniciativa do grupo Rotaroots, compartilhando aqui links de descobertas recentes e blogs que sempre visito. Se fosse para listar todos, esse post ficaria enorme, por isso segui as categorias que foram sugeridas pelo Rota. Olha só:

5 blogs que não saem do meu feed

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2beauty – A Marina é aquele tipo de pessoa que você lê e se sente parte da vida dela. Apesar de falar bastante sobre beleza, adoro seus posts sobre seriados, tags e as fotos da mesa farta dos domingos na casa da vó Leda.

Meninices da Vida – Coincidência ou não, mais uma gaúcha que visito sempre. O blog da Camila, por si só, é convidativo. Adoro os posts com resenhas, dicas de viagem, tags e a categoria “Camilices”, com posts bem levinhos e reflexivos sobre comportamento.

Sempre Glamour – A Jana é uma fofinha e seus tutoriais de maquiagem e nail art são muito didáticos. Além de me inspirar nas dicas de beleza dela, acabo descobrindo lugares bacanas da região, já que ela mora em Balneário, aqui pertinho.

Comprando meu apê – Conheço o blog da Bruna já faz algum tempo, mas recentemente tenho visitado com mais frequência. Adoro as dicas de decoração e finanças pessoais. Quando comprar meu apê, com certeza acessarei o blog e o canal ainda mais vezes.

Na nossa vida – Descobri o blog da Isadora recentemente e me identifiquei muito com o jeito, os gostos e os assuntos dela. Assim como eu, ela é criativa, adora projetinhos manuais, namora um barbudo e é um tanto ansiosa. Resultado: li muitas e muitas páginas de uma vez só.

5 blogs que conheci no Rotaroots

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Sernaiotto – Para quem trabalha com gestão de conteúdo para mídias sociais, o blog da Loma é sensacional. Já adorava como leitora e social media; agora que tenho um blog, acompanho mais ainda.

Pequenina Vanilla – Me encantei logo de cara com o blog, que na época tinha um layout floral bem fofo. A Adri manda bem nas fotos, oferece freebies, cultiva suculentas muito bonitinhas e ainda trabalha com design para blogs e sites. Dicona, hein?!

Pode chamar de Duds – O blog da Duds é todo fofinho, mas os meus posts preferidos são indicações de música e filmes. Além desses, me divirto muito quando ela responde temas descontraídos que o Rotaroots propõe.

Babee – Ela é designer e fala sobre essa área criativa linda no blog, dá dicas de apps e outras utilidades, além de ser uma forte recomendação para quem ama ruivices. Outro motivo para amar é que, como todo blog pessoal, o Babee faz jus ao nome e reflete a personalidade da autora.

Na mesma frequência – O que dizer desse blog que mal conheço e já considero pacas? Comecei a acompanhar os posts do BEDA e não desgrudei mais desse casal. Assim como a Isa e o Barba do Na nossa vida, me identifiquei com o cotidiano deles. Posso me sentir teenager e dizer que eu shippo?

5 blogs para sair da rotina

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Querido Click – Gosto muito das resenhas e posts sobre moda e estilo que a Marina faz. Além disso, dá vontade de fazer poly dance cada vez que ela fala sobre essa atividade no blog.

BMRTT – O blog é bem roots, com jeito aconchegante de espaço pessoal. Me encanto pelas fotos da Ba, principalmente quando fotografa a Crespa, e gosto de ler posts sobre lugares que visita, já que também é catarina.

Juliana Rabelo – Para se apaixonar pelas ilustrações e pegar boas dicas de aquarela para iniciantes, no caso, eu.

Cabide Colorido – Esse eu visito há um bom tempo! A Michelle é aqui de Blumenau mas está fazendo intercâmbio nos Estados Unidos. Além das receitinhas práticas, gosto muito dos posts relacionados a essa experiência. Graças ao canal da Mi, eu e minha mãe decidimos nos inscrever como host family.

Melhor Ângulo – Eu sou apaixonada por fotografia do ponto de vista de observadora, e o Zé é apaixonado por ficar atrás das lentes. Além disso, também curte design, ilustração e todo o universo criativo.

Bônus da gringa: Barefoot Blonde, Cupcakes and Cashmere, A Beautiful Mess, Keyko Lynn e Studio DIY.

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O que todos têm em comum: amor por blogar, coração quentinho de ter o seu espaço pessoal, sendo ele monetizado ou não – a maioria não é. ;)

[Clique aqui para conferir os blogs indicados por outras pessoas do Rotaroots.]

Projeto compara a forma como as pessoas agem no dia a dia

Em 31.08.2015   Arquivado em Comportamento, Design, Diversão, Ilustração

Você levanta logo que toca o despertador ou tem várias sonecas programadas? Você põe o ketchup em cima da batata frita ou faz um montinho ao lado?

Com humor, o tumblr 2 kinds of people (2 tipos de pessoas) mostra como cada tipo de pessoa lida com coisas do cotidiano de forma diferente. Com certeza você vai se identificar com algumas das ilustrações minimalistas!

Conta pra mim, em quais opções você se encaixa:

tumblr1 tumblr2 tumblr3 tumblr4 tumblr5

No Google eu só aperto enter, só faço montinho de ketchup se alguém da galera não gostar de comer, posiciono o papel higiênico na primeira opção, JAMAIS como chocolate sem respeitar a divisão dos tabletes e sou a louca dos 5 minutinhos quando acordo.

Encontre todas as comparações em 2kindsofpeople.

TAG: Coisas Favoritas dos Anos 90

Em 29.08.2015   Arquivado em Diversão, TAG

anosnoventa

Vi essa tag lá no blog Meninices da Vida, me diverti muito com as respostas da Camila e resolvi trazê-la para o post de hoje, porque vivi a primeira parte da minha infância nessa década e fui muito feliz. A tag foi respondida em vídeo, mas como não tenho canal (timidez define) vou listar perguntas e respostas a seguir.

Filme da Disney favorito?

Mogli, o menino lobo. A Camila foi a primeira pessoa que conheci com essa mesma resposta!

Artista ou banda favorita?

Um disco chamado Hora do Recreio com várias músicas infantis interpretadas por crianças (não sei o nome delas).

Phill Collins, porque cantava a trilha sonora do Tarzan, meu segundo filme preferido da época empatado com Rei Leão.

Doce favorito?

Bomba de chocolate e aquelas balas que se compram numa espécie de buffet de doces, sabem? Hoje em dia custa muito caro, tipo 100g por dez reais, mas na época a mãe conseguira encher um pacotão por metade desse valor.

Jogo favorito? (jogo de tabuleiro, videogame…)

Não tinha videogame em casa, só jogava na casa dos vizinhos, então não tinha nenhum que pudesse classificar como preferido. O jogo de tabuleiro que mais gostava era ludo. Mas o que mais curtia mesmo eram os jogos de rua, como Alerta e Mata Soldado.

Surpresa preferida do McDonalds?

Raramente ia no McDonalds e não fazia questão de pedir o Lanche Feliz. Se for para citar o brinquedo preferido de alguma marca, falaria dos ursinhos da Parmalat.

Livro Favorito?

Disney – Clássicos Favoritos de todos os tempos. Um livrão pesado que tenho até hoje.

Loja de roupa favorita?

Não faço ideia. No final dos anos 90 eu ainda tinha 7 anos, então não classificava minhas roupas por marca nem escolhia muito o que comprar.

Programa de Tv da Nick favorito?

Eu não conhecia Nick na época. Meus programas favoritos eram os desenhos do Cartoon Network: Laboratório de Dexter, Flinstones, A Vaca e o Frango, Meninas Super Poderosas, etc.

O que você assistia quando chegava em casa da escola?

Cartoon, Tv Cultura ou Animal Planet com meu pai.

Eike divertido relembrar, né?! Espero por suas respostas nos comentários. Quero saber o que marcou nos anos 90.

Livros para colorir que vão além do jardim

Em 25.08.2015   Arquivado em Arte, Diversão

Um tempo depois de ver páginas coloridas do “Jardim Secreto” registradas em fotos no Instagram e no Facebook, ganhei meu primeiro livro de colorir para adultos em um aniversário de namoro e fiquei super feliz! Sempre gostei de pintar e, por incrível que pareça, o período de faculdade foi o que menos reservei tempo para isso. Pois bem: renovei o estoque de lápis, segui o @jardimsecretoinspire para ter umas ideias e perdi o medo de “gastar” as páginas (vocês também têm essa aflição de consumir as coisas muito rápido?).

Empolgada com a ideia de pintar, descobri a coleção “Just add color”, criada por vários ilustradores, que oferece temas diferentes para colorir: tem Folk Art, padrões geométricos, circo, Carnaval, Dia dos Mortos e outros. Os desenhos têm um traço bem simples e cada livro oferece 30 páginas para você se expressar e praticar a criatividade.

Just Add Color 3 Just Add Color 2 Just Add Color 1

Ainda não procurei em lojas físicas, mas na internet é possível comprar no Amazon e na Livraria Cultura, pelo que pesquisei.

Alguém já conhecia a coleção?

Imagens de Omiyage Blogs

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