Rio de Janeiro (último dia) – Cristo Redentor

Em 18.08.2015   Arquivado em Movida por aí

Demorou, mas saiu! Hoje vou concluir a série de posts sobre a viagem curtinha que fiz ao Rio de Janeiro com o Rafa – namorado, melhor amigo e parceiro de passeios improvisados. Se você chegou agora ou quer reler sobre os outros dias do passeio, não se preocupe, vou deixar todos os links ao final desse texto.

Pois bem, agora que já contextualizei, deixe-me contar como foi o quarto dia no Rio. Era domingo e partiríamos de volta à Curitiba no meio da tarde, não lembro o horário certinho. Para não acumular atividades, decidimos aproveitar esse último tempo na cidade para conhecer o Cristo Redentor.

Compramos pela internet os ingressos, o que recomendo muito. Isso evitou filas e possibilitou que a gente escolhesse em que horário subiria. Detalhe importante: esses ingressos valiam para o Trem do Corcovado. Se você for de van, tem que pagar o transporte à parte e acaba saindo bem mais caro, além do que, na minha opinião, o passeio pela estrada não é tão divertido.

Ficamos hospedados na casa de um amigo, como já comentei, e ele mora na região do Sambódromo da Avenida Marquês de Sapucaí. De lá, fomos até o bairro Santa Tereza de metrô e ônibus. O trânsito estava tranquilo e as conduções vazias, porque as pessoas que moram lá não costumam sair tão cedo no domingo.

Chegamos com antecedência e como não gosto de ficar com fome (contei aqui) e os lanches dos pontos turísticos são muito caros, decidimos comprar água e uns salgadinhos numa conveniência próxima à entrada.

Fica aí mais uma dica pra quem gosta de viajar: ter sempre uma barrinha de cereal, umas castanhas, bolacha ou qualquer outro engana-fome na bolsa. Nada que suje muito e exija trilhões de guardanapos.

Também aproveitamos para fotografar a praça que fica ao lado da estação de embarque, que tem uma versão antiga do trem, e as artes que estampam o muro da estação.
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Lá na área de embarque ainda conseguimos tirar fotos do ambiente e tomar um cafezinho. Até que, finalmente, chegou a hora de entrar no trem e subir o Corcovado devagar, curtindo a vista.
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Em alguns momentos, a condução parou e ambulantes ofereceram água pra quem não comprou lá embaixo. A pausa também pode acontecer se algum trem estiver descendo, porque os trilhos são os mesmos. Então, tá tudo bem se parar um pouquinho, ok?! Aconteceu isso em nosso percurso, inclusive.
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Esse trajeto não levou muito tempo e logo chegamos ao topo, que tem um mirante bem espaçoso e a estátua que todos esperavam ver e fotografar: o Cristo Redentor. Lá em cima o movimento é bem intenso. Todo mundo quer tirar fotos de braços abertos, de mãos juntas e com outras poses, por isso é preciso ter paciência, ou como diz o Rafa, “vai na manha, sem pressa”. Também não há muita sombra, então se o dia estiver ensolarado, não se esqueça de óculos escuros e protetor solar. Logo abaixo da estátua, tem uma pequena capela católica com celebração em alguns horários do dia. A gente parou perto da porta para sentar e descansar um pouquinho aproveitando a sombra que o Cristo ainda fazia, mas após o meio dia quase todo espaço é tomado pelo sol.
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A vista é incrível e o passeio vale muito a pena. De lá foi possível ver o Parque Lage, o Jardim Botânico, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Pão de Açúcar, o aeroporto, o Maracanã, a ponte para Niterói e outros tantos lugares. Exceto a casa do nosso amigo Carioca, mas a rua dele estava visível também.

Contei que subimos o Pão de Açúcar após o pôr do sol, e no fim das contas não nos arrependemos disso. Conseguimos conhecer o Rio à noite com as luzes da cidade e dos carros acesas e, do mirante do Cristo, vê-lo de uma forma diferente, durante o dia. Foi uma forma linda de encerrar o passeio.

De volta à casa do Carioca, sua mãe, Dona Sônia, nos esperava com um almoço beeeem caprichado, como todas as suas refeições: feijoada, bacalhoada, bisteca – que no Rio tem outro nome – e saladinha. De barrigas e malas cheias, fomos para o aeroporto e pegamos o voo para Curitiba, de onde voltamos para Santa Catarina de carro no dia seguinte.
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Nosso agradecimento especial ao Alex (Carioca) e sua mãe pelos rangos, pela estadia e por toda a receptividade e atenção que nos deram.

Confira todos os posts sobre o Rio de Janeiro:

Rio de Janeiro – dia 1

Rio de Janeiro – dia 2, Copacabana

Rio de Janeiro – dia 2, Arpoador, Ipanema e Leblon

Rio de Janeiro – dia 2, Pão de Açúcar

Rio de Janeiro – dia 3, Parque Lage e Jardim Botânico

Rio de Janeiro – dia 3, Lagoa Rodrigo de Freitas e Lapa